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segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Haydn / Rattle

Um CD por mês (19)



Cerca de 78 anos separam a criação  de Le Quattro Stagioni (1723) de Antonio Vivaldi (1678-1741) do trabalho de maturidade de Joseph Haydn (1732-1809) que ele viria a intitular de Die Jahreszeiten (1801). O primeiro era um concerto para violinos, o segundo viria a ser uma oratória, com libreto de Gottfried van Swieten. A estreia terá sido em Viena, pela Primavera do ano acima referido.

Conheci primeiro, até porque mais banal e de fácil adesão, a obra de Vivaldi. Só quase no final do século XX é que vim a ouvir a oratória de Haydn, através do registo de 2 CD da Hänssler Classic (1992/93) em que o Bach-Collegium Stuttgart é dirigido pelo maestro Helmuth Rilling. O duplo CD custou-me Esc.1.990$00, creio que em Lisboa, e a gravação é muito cuidada e competente

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Um CD por mês (3)


Eu creio que não andarei longe da verdade se disser que o meu descobrimento de compositores de música clássica, cronologicamente, foi por esta ordem: Beethoven, Vivaldi, Haydn e Bach. Mozart, Liszt, Schumann e Schubert são já tardios no meu conhecimento. Quanto a intérpretes, pianistas, a sequência ordena-se por Backhaus, Kempff, e inesperadamente o romeno Dinu Lipatti. Alfred Brendel (1931) surge-me apenas nos anos 80 e tem-me acompanhado desde aí, como pianista de eleição preferencial.


Sobretudo para interpretações de Liszt, Schubert e Beethoven. Mas tudo começou por estas 11 sonatas para piano do austríaco Joseph Haydn (1732-1809), gravadas por Brendel em Londres, em Setembro de 1979, para a Philips, e de grande excelência, quer na nitidez da gravação, quer também pelo virtuosismo interpretativo do pianista. O duplo CD creio que foi comprado em Colónia (Alemanha), na Saturn, em finais dos anos 80.

sábado, 16 de setembro de 2017

segunda-feira, 14 de julho de 2014

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Uma simples gravura


Sendo Haydn, como é, um dos meus compositores preferidos, quando vi esta gravura do início do séc. XIX, à venda, não lhe soube resistir, até porque não era cara. Foi executada (1817) oito anos depois da morte do compositor, provavelmente, com base num quadro (de C. Roesler?) e gravada por J. Hillemacher.

Haydn / Brendel