Dizem Roquete e José da Fonseca, em dicionário competente, que Justiça é "a conformidade das acções com o direito". É simples, claro e conciso. Dizem os jornais que "os 137 examinandos de um teste do CEJ (Centro de Estudos Judiciários) para futuros juízes, foram apanhados a copiar e, numa decisão corporativa e complacente" (para não dizer, cúmplice), a inefável Direcção do organismo de ensino resolveu, magnânima, corrê-los a 10 valores, rumo à etapa seguinte. É dúbio, injusto, cómodo, irresponsável e mole.
Único comentário que me ocorre: a Justiça, à portuguesa, no seu melhor, em pleno século XXI.