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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Palavras do dia (4), com breve p. s. pessoal


"...A esquerda à esquerda do PS olha Costa com uma invulgar agressividade porque receia a atracção do «voto útil» que Costa poderá representar para o seu eleitorado. O efeito «eucalipto» que Costa pode representar para a esquerda, fazendo o deserto à sua volta, preocupa BE e PCP e não só. ..."

José Vítor Malheiros, in jornal Público, de 30/9/2014.

P. S.: não só "a esquerda à esquerda do PS", mas também a direita, que o teme, começou já a atacar António Costa, embora de uma forma mansa e subtil. O que não quer dizer que ele seja um homem sozinho e isolado...

terça-feira, 17 de junho de 2014

Sem relação (a não ser o Mundial de futebol e alguns números)


A leitura, no jornal Público de hoje, de uma crónica de J. Vítor Malheiros, intitulada Pouco pão e muito circo, morte e bocejo, que recomendo, levou-me a uma série de associações desencontradas. Assim:

- dizia o jornal Expresso: "Homens de dinheiro e gente da fama nos camarotes da mulher mais rica de África que, por incrível coincidência, também é filha do Presidente de Angola." Parece que eram 600 convidados, os que foram com ela, no avião, para ver o Mundial, no Brasil...
- "... no DN...num processo de despedimento colectivo que afastará dos quadros da Controlinveste mais 158 pessoas", escreve no jornal Público, hoje, um sujeito que não costuma fazer a barba todos os dias.
- o humorista inglês John Oliver diz o que diz, no vídeo acima.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Palavras de hoje


"...Virar o país à esquerda exige uma determinação, uma clareza de opções e uma solidariedade à esquerda muito superior à que é necessária à direita para manter o statu quo."

José Vítor Malheiros, in jornal Público de 19/11/2013.

terça-feira, 21 de maio de 2013

O parágrafo do dia


"O que é espantoso é que parece ter-se instalado o consenso sobre Cavaco Silva: todos o tratam como tratariam o idiota da aldeia, com paciência e benevolência, às vezes com um sorriso de comiseração, sem esconder aqui e ali um lampejo de irritação, mas garantindo-lhe sempre a inimputabilidade que os costumes, a moral e a lei concedem aos pobres de espírito."

José Vítor Malheiros, in jornal Público, de hoje.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Os sinais inequívocos


A saga Loff/Ramos prossegue, para entretém de um pequeno grupo de intelectuais que preferem ocupar o seu tempo e palavras em "guerras de alecrim e manjerona", em vez de se preocuparem com a res publica portuguesa actual.
Aqui há algum tempo, mas não muito, citei, aqui no Blogue, Henrique Granadeiro que dizia: "Estamos a viver um PREC de direita". Hoje, gostaria de referir um desabafo do arquitecto Siza Vieira que, na Bienal de Cádiz, disse: "...ultimamente, a sensação em Portugal é de se viver de novo em ditadura". Não se poderá dizer que a questão do momento histórico, que se vive no País, seja, nos 2 casos, vista do mesmo ângulo, porque são duas personalidades políticas distintas. Mas é um facto que:
- Nunca houve, nestes últimos 40 anos, tão manifesto desrespeito pela Constituição e pelos Direitos Humanos, como hoje, em Portugal.
- A última vez que houve diminuição de salários, decretada pelo Governo, foi há cerca de 80 anos, no início do consulado de Salazar. E agora.
Poderia alongar-me em exemplos, mas não quero. Por outro lado, afirmar-se que não há grandes diferenças entre esquerda e direita, é mera falácia de alguns pseudo-apolíticos - situação civil e ética que não existe - por mero comodismo mental. Em abono do que disse, creio ser vantajoso ler-se uma carta-aberta que Eugénio Lisboa (ver Blogue "Da Literatura", de Eduardo Pitta, 10/9/12) dirigiu ao PM e um artigo esclarecedor de José Vítor Malheiros, no Público de ontem, intitulado: "O sonho de Pedro Passos Coelho" - que vai em imagem, neste poste.