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sábado, 13 de julho de 2024

Usura e ganância


O Sala e o Isidro, na tv, vão fazendo pela vida render as suas debilidades auditivas, enquanto o Ruy de Carvalho, grande actor pela idade provecta, vai vendendo, por anúncio patético, a sua falta de mobilidade já crónica. Um pouco a exemplo do Biden ou do Ronaldo que ainda tentam explorar ao máximo as suas já notórias e visíveis incapacidades gerais. Devem querer mais rendas chorudas...
No restaurante, quase pleno e já ruidoso, há férias, o bem magro empregado sénior (75 anos?) poupava-se nos contactos com os clientes novos, não evitando os antigos e habituais, e discretamente ainda nos foi servindo tudo de forma atenta e profissional, muito a contento.
O linguado grelhado e os chocos com tinta estavam óptimos. As peras bêbadas e a tarte de lima, também.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Divagações 167

De há uns 4 ou 5 anos a esta parte, fui-me dando conta da aparição e permanência, dentro de casa, de umas pequenas moscas (?). Imaginava que crescessem de tamanho, mas não, pareciam ficar sempre raquíticas ou anãs, sendo no entanto, como as outras, importunas e irritantes, e bem mais fugidias à sua execução mortal do que as normais ou maiores, pelo seu pequeno tamanho e voo sempre muito ziguezagueante.



Considerei a hipótese, nos primeiros tempos, de serem mosquitos, mas não, pelo formato dos corpos seriam mesmo moscas, depois de ter investigado o assunto. Do que li, cheguei à conclusão que a longevidade delas não excede, normalmente, os 28 dias. O pior é que entretanto, após diversas metamorfoses, produzem milhares de ovos, de recordação... 



Pus-me a pensar depois em sequência. Para quem, todos os dias, trazia à boca de cena, obsessivamente, em conversa, jornais, têvês, blogues, o ogre marcano como tema favorito, por quem o iria substituir? Por este Biden discreto e equilibrado, julgo que não. Resta à mainstream banhar-se mais uma vez no Covid e adjacências banais e repetitivas... Mas que grande seca!

quarta-feira, 10 de junho de 2020

As palavras do dia (40)


Um político experimentado não se devia permitir afirmar uma ingenuidade destas.
Nem confundir, puerilmente, o desejo com a realidade.
Já aos jornalistas, fomo-nos habituando a todos os dislates...