É apenas uma pequeníssima parte dos isqueiros que fui usando, ao longo da vida, depois de deixar de usar fósforos. E somente aqueles que, pelo seu lado estético ou bizarro, achei por bem conservar, mesmo depois de gasto o gás original. Falta-me ainda um isqueiro eléctrico e outro, japonês, bem aerodinâmico, que não sei onde os meti.
O da ponta direita é uma cobertura de prata, trabalhada, que envolve um simples isqueiro Bic, dos pequenos. Foi-me oferecido por um bom amigo, há muito, e está colocado em local estratégico, para usar em emergência, naqueles casos em que os Bic grande - que uso habitualmente - se extinguem, em definitivo, de chama.