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domingo, 14 de dezembro de 2025

Desabafo (104)


 
Felizmente que vi o filme de raspão, em zapping, mas foi o James Bond  mais estúpido que vi desde sempre, esta Sexta-feira passada, na TV. Era do realizador Guy Hamilton, com Roger Moore e um anãozinho, que até era simpático, mas mau actor: Hervé Villechaize. Neste 007 Contra o Homem da Pistola Dourada (1974) entravam também mais dois canastrões chapados: Britt Ekland e Christopher Lee.  
Um desastre!...

domingo, 3 de outubro de 2021

Da contiguidade, comparação e qualidade



Por mero acaso e com uma pequena descontinuidade temporal, por desfastio também, deu-me para rever, no mesmo dia, dois filmes de duvidosa qualidade (O Nome da Rosa, de 1986, e 007 Spectre, de 2015). Se o filme da saga Bond é uma pepineira deslavada, até pelo fraco desempenho de Daniel Craig e o banalérrimo enredo da película, o filme baseado no conhecido livro de Umberto Eco (1932-2016) salva-se pelo bom trabalho de Sean Connery (1930-2020), como William de Baskerville, e ainda pela representação muito razoável de F. Murray Abraham (1939), no papel do inquisidor Bernardo Gui. Actor este que, já em 1984, compusera um Salieri inesquecível no Amadeus, de Milos Forman (1932-2018).
Adenda minha pessoal para dizer que sempre considerei Sean Connery como o mais convincente James Bond da série cinematográfica, baseada na obra de Ian Fleming (1908-1964).

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Bibliofilia 183

 


Há pouco menos de um mês (28/10/2020), a Sotheby's levou a cabo um leilão que integrava obras raras e livros com dedicatórias de Ian Fleming (1908-1964), criador do célebre James Bond. O nome do espião britânico foi inspirado no ornitólogo norte-americano homónimo, que era amigo de Fleming e editou, em 1947, a conceituada obra Field Guide to Birds of the West Indies.


Da almoeda faziam parte livros que tinham pertencido a pessoas tão diversas como Winston Churchill, Robert Kennedy ou até ao escritor policial Raymond Chandler. Grande parte destas obras tinham dedicatórias de Ian Fleming. A primeira edição de From Russia with Love (1957), com dedicatória à esposa Ann, e que tinha uma estimativa de 24.000/35.000, foi arrematada por 47.880 libras.


Já o livro com dedicatória a Churchill (Live and Let Die) atingiu o montante de 189.000 libras e a obra que pertencera a Raymond Chandler, uma cópia de Goldfinger ("To Ray with much affection"), ultrapassou também largamente a estimativa da casa leiloeira, que era entre as 40.000 e 60.000 libras inglesas.



sábado, 8 de janeiro de 2011

74 anos bem merecidos, Shirley Bassey

Shirley Bassey completa hoje 74 anos. Esta canção, muito bem interpretada, faz-me sempre lembrar, por várias razões, talvez pouco plausíveis, Marilyn Monroe e Truman Capote. E, claro, 007 e Ian Fleming, naturalmente.

P.S: Note-se, por curiosidade, num violoncelista do vídeo, que parece o Putin. Não sei se, aquando da gravação deste vídeo, ele ainda pertencia ao KGB...