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quinta-feira, 9 de junho de 2022

Do proboscídeo



É um pequeno opúsculo de apenas 12 páginas e custou-me 5 euros. Separata da revista "Ocidente", o texto do reputado musicólogo Mário de Sampayo Ribeiro (1898-1966) deu-me a conhecer o vocábulo olifante, como sendo uma trompa decorada, feita de uma presa de marfim de um elefante. O Houaiss regista: "corneta, de uso na Idade Média, feita de um dente de elefante".

Em jeito de bónus o folheto trazia, no seu interior


, um pequeno cartão com dedicatória de Sampayo Ribeiro ao director do museu regional de Aveiro, A. Manuel Gonçalves.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Instrumentos e emoções


Dar prioridade aos instrumentos musicais é uma sabedoria antiga, mas de cada vez mais difícil execução - imagino eu. E saber interligá-los, pouco a pouco, num crescendo harmónico será decerto ainda mais complicado. Penso nisso, às vezes, quando ouço uma sinfonia, ou me lembro de Mahler.
Mas, na criação, será preciso saber, também, a atmosfera que se quer imprimir à melodia (,será?). As cordas para a melancolia ou os metais, na alegria. O piano e a voz humana saberão assumir qualquer das emoções. E o orgão, na sua quase divina amplitude, poderá simular na perfeição a complexidade humana dos estados de espírito terrenos e até desumanos.