São incertas, muitas vezes, as razões. Mesmo algumas daquelas que nos levam à acção ou tomadas de atitude, conscientemente. Fazendo-nos crer que há um super-dono invisível das nossas decisões.
Calhou a noite passada que eu tivesse sonhado com uns versos escritos de Sá de Miranda e, simultaneamente (?), com um dos Fernandos, meu amigo (que tive vários, com o nome, nesta vida).
Os sonhos, ainda.
E fico-me a pensar se foi Bergman, há dias, que me fez ir buscar Les Rêves, de Ernest Aeppli, à estante, para o reler, ou se foi a releitura do livro que me levou a bisar Os Morangos Silvestres, do realizador sueco, no Youtube.
As associações são terríveis e, ao mesmo tempo, discretas.
As associações são terríveis e, ao mesmo tempo, discretas.