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sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

As torpezas e complicações do Google

 


É sabido, da minha parte, que, de cada vez que o Google se actualiza e altera programas, isso só serve para complicar as tarefas a que já estávamos habituados a usar no Blogue. Dizem que é para maior privacidade e segurança, mas nós sabemos bem o valor que os inefáveis marcanos atribuem a isso...
Destas últimas alterações, o Google, em sua plena burrice infantil, consegiu pôr fora HMJ de poder comentar no Arpose com a sua própria sigla, e obrigou-me a refazer o Gmail pessoal, além de ter que, para recomentar num meu poste, reescrever a minha sigla (APS), de cada vez, que o faça.
E isto para quê? Só para dificultar, na prática. Imagino que estes yuppies retardados mentais do Google devem ter imensos calos na cabeça, para conseguirem produzir tantas e semelhantes burrices.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Ontem como hoje


A incomunicabilidade alarga-se a praticamente quase todos os grandes serviços públicos e privados nacionais, onde, muito provavelmente, refastelados nos seus sofás, os CEO's não querem ser incomodados com perguntas ou reclamações. A crónica de Clara Ferreira Alves vem na revista do Expresso de 15/12/2023.

terça-feira, 19 de dezembro de 2023

As miríficas promessas do "sítio do costume"



Já não é a primeira vez que esta grande superfície anuncia, com pompa e circunstância, produtos a bom preço, para depois os não ter à venda nas prateleiras ou expositores. Vinhos então é frequente e contumaz...
Desta vez, foi o cordeiro de leite que o Pingo Doce anunciava e prometia a cerca de 10 euros o quilo. Qual quê?! O cortador afro-português, compungido, respondeu, ao pedido, que o produto acabara. "Já?" perguntou HMJ. Aí o rapazito corrigiu: "Não entregaram..."
Valeu-nos o Paulo, no seu talho do mercado, que, não prometendo com alarde, cumpre. Seja embora o cabrito um pouco mais caro. Mas bem merece, pela sua discrição e competência profissional.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Apontamentos 4: Responsabilidade e Incompetência





O presente “post” devia ter surgido ontem, porque se insere numa preocupação maior de cidadania do que o recente testemunho nacional do Tribunal Constitucional. Seria, porventura, útil que os Tribunais Europeus se pronunciassem, em tempo útil, sobre matérias tão relevantes como a defesa do cidadão comum, perante uma economia sem regras para o criador da riqueza, i.e., o trabalhador – manual ou intelectual – sustentada por um “mundo financeiro de casino” que, sem refreios pelos responsáveis pela UE, manipulam os dados, atormentam a vida dos cidadãos e demonstram, a cada dia que passa, a sua incompetência e/ou irresponsabilidade.
Sucede que circula, desde ontem, uma investigação empreendida por diversos jornalistas, denunciando os “esquemas” de esconder fortunas, em “offshores e quejandos”, tudo à margem e sem intervenção dos responsáveis nacionais e europeus tão empenhados em “arranjar um Plano B” para salvar os diversos países, mais ou menos próximos do abismo.
Perante tamanha evidência, parece caricato o testemunho do “nosso Zé Manel”, alertando os incumpridores para as suas responsabilidades, sem assumir as suas – no país e na Europa – como a solicitação do “papão” Schäuble, pedindo aos jornalistas a cedência dos dados apurados sobre os “fugitivos ao fisco” quando, durante a investigação, nunca acedeu a nenhuma colaboração. É o supino da ironia ou, mais propriamente, a estratégia alemã com eleições à vista !


O que me preocupa, no fundo, é o projecto de uma Europa de Humanidade, de Paz e de Progresso, contra esta vertigem de populismo, irresponsabilidade e incompetência. Os receios de Jean-Claude Juncker têm razões profundas e históricas, mas também responsabilidades. Tal como o Luxemburgo, e quejandos, não haverá países europeus que, com regimes especiais, contribuam com a sua “quota parte” para a desigualdade do cidadão comum, facilitando  o “aposento dourado” àqueles que vivem do esforço de outrem ?
Embora de formação em Humanidades, cedo aprendi que as ciências exactas, como a Matemática e, sobretudo, a Estatística, têm o seu “quê” de manipulação dos dados. Este jogo entre “média e mediana”, o deve e haver dos políticos, sem nenhuma entidade capaz de assumir, com responsabilidade e isenção, a sua cidadania é que mina o nosso quotidiano, se não tivermos “valores mais altos que se alevantem”.

Post de HMJ