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sexta-feira, 28 de junho de 2024

Últimas aquisições (52)

 


Sobre o texto (Memórias Pessoais, de António Cirurgião), a ver vamos. Agora, quanto ao grafismo da capa (Estúdio João Campos) é, na minha subjectiva e modesta opinião, um modelo de bom gosto estético, que se destaca no meio de tanto lixo visual que por aí aparece nas montras das livrarias, de outras editoras.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Uma louvável iniciativa 55


Em boa hora o jornal Público tem vindo a publicar, às Terça-feiras e ultimamente, edições fac-similadas das impressões originais de obras de alguns escritores médicos portugueses. Hoje, acompanhando o jornal referido, saiu A Barba em Portugal (1925), de J. Leite de Vasconcellos (1858-1941). A obra é um estudo etnográfico muito interessante e ilustrado.
Na próxima semana (22/10/19) sairá O País das Uvas, de Fialho de Almeida, também ao preço módico de 6,90 euros. Aqui fica o lembrete, para quem queira aproveitar esta feliz iniciativa.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Bibliofilia 117


É extensa a quantidade de publicações que se integram na temática da Restauração, algumas delas, raras e muito procuradas. Não é o caso desta Gazeta, que aparece em imagem, porque se trata apenas de uma edição fac-similada (1941), promovida pela Imprensa Nacional para comemorar o tricentenário da Restauração da Independência.
A Gazeta é considerada o primeiro periódico português, e as notícias, sem título, seguem-se umas às outras, numa amálgama muito diversificada, como se poderá ver pela segunda imagem.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Editar os Clássicos


Muito recentemente, tive conhecimento da patriótica e louvável iniciativa da Real Academia Española de começar a editar os clássicos nacionais. Desde La Celestina, Cantar de Mio Cid, ao Milagros de Nuestra Señora, de Berceo, as principais obras-primas castelhanas irão ter reedições. Respeito, divulgação aprofundada e amor à língua, terão sido os motivos principais da Academia. Cada geração de espanhóis - julgo poder afirmá-lo, sem exagero - teve oportunidade de ter, no seu tempo, à mão e ler os seus maiores. Ao contrário de Portugal, infelizmente. Quantos dos nossos clássicos estarão acessíveis (não esgotados e a preços módicos) ao público leitor, hoje?
Tirando a colecção de Clássicos Sá da Costa (parcial e limitada), iniciada nos anos 40, a estratégia (embora um pouco desordenada e muito incompleta) semelhante da Imprensa Nacional, nos anos 80, durante o consulado de Graça Moura, desde o séc. XX que não há um plano de divulgação alargado, com a publicação das nossas obras e autores maiores. Visão estreita de quem tinha a obrigação de a apoiar e incentivar, até por uma questão de saudável patriotismo. O declínio dos estudos dos Clássicos e leituras, no Ensino oficial, são o sintoma mais evidente deste desamor e desleixo nacionais que grassa e se vai prolongando, sempre.