Mostrar mensagens com a etiqueta INEM. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta INEM. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 21 de janeiro de 2025

Em aditamento ao poste anterior

 

Ah, ganda  Gandra!
Daqui se conclui que a ubiquidade não é só divina.

domingo, 19 de janeiro de 2025

Humor Negro (21)

 

Este senhor António Gandra d'Almeida (1979), ainda por cima tenente-coronel médico, é um portento, possivelmente em tirocínio para o Guiness. Um autêntico speedy González: nomeado, por Montenegro, para chefiar o SNS, preparava-se para acumular com esta posição, horas clínicas nas urgências de Faro e Portimão, como tarefeiro, bem como a direcção regional  Norte do INEM, que já exercia.
Felizmente a imprensa mediática, caridosa, poupou-lhe o burn out..:-)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

As estridências da manhã


Ainda embebido do suave torpor do sono tranquilo, acordo alucinado para "a loucura do dia-a-dia". O primeiro e matutino despertador é o estridente "tlim-tlim" do 28, desesperado, que não consegue passar na rua por causa de um carro mal estacionado, que uma jovem egoista deixou ao deus dará, para ir ao banco.
No Camões, as estridências são de 3 tipos: buzinões, vuvuzelas e o INEM. As primeiras vem dos automóveis, bloqueados no trânsito por um grupo de cerca de 100 manifestantes que sopram, brutalmente, nas vuvuzelas (segunda estridência); a sirene do INEM tem desculpa - deve levar alguém aflito.
Acalmo e sereno, apenas, ao passar pela paragem do 750/790, da Carris, na Rua da Misericórdia. Uma imagem fantástica: alguém que, pelo rosto, poderia ser o Luiz Pacheco, até na idade. Um clone autêntico. Destoa apenas a bengala elegante e com castão de prata, e um lencinho vermelho a aparecer na lapela, com garridice inesperada. E o ar era mais composto e arrumado que o do falecido escritor, mas não faltavam sequer as lentes garrafais nos óculos de menino(-velho) infeliz.
Deixo-o para trás: vou ao que vim. E regresso ao ruído insolente e ensurdecedor das vuvuzelas...