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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Ideias fixas 103

 

Compreendi finalmente que Noé, como refere a Bíblia no Génesis, tenha apanhado a primeira bebedeira de vinho, após o dilúvio ter acabado. Tal como agora, terá sido provocada pelo excesso e enjôo de água...

sábado, 27 de dezembro de 2025

Humor Negro (28)

 


Sem palavras.

sábado, 8 de novembro de 2025

Humor negro (27)

 


A gaguez, em política, até pode ser uma virtude prática, para o tartamudo mental...

quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Humor negro (26)

 ... 

...e o Inocêncio e o Mangas curtas a rirem-se da palermice do pagode nacional!...

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

O "lobby" das floristas

 

Tudo isto começou em 1997, com as toneladas de flores, no exterior do Palácio de Kensington, pela morte trágica de Diana. Depois disso, foi um ver se te avias. E agora até o minorca do Moedas alinhou nas oferendas votivas, nos Restauradores. Quem se trama, depois, são os homens da limpeza da Câmara...

sexta-feira, 4 de julho de 2025

Humor negro (25)

 


Justiça, à portuguesa, é não só cega, como relaxada e lenta como uma lesma. Além de arrogante e presumida, na sua pequenez incompetente, na maioria dos casos.
Enumerem-se, por exemplo, as prescrições e os arquivamentos de processos por que é responsável.

quarta-feira, 7 de maio de 2025

sábado, 5 de abril de 2025

Humor negro (23)

 

Realmente, à quadrilha já só falta esta especialização de actividade profissional...

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Humor negro (22)

 


Ao que isto chegou!...
Ao que parece, corremos o sério risco de virmos a ser condicionados, do faroeste, por uma associação internacional de malfeitores.

domingo, 19 de janeiro de 2025

Humor Negro (21)

 

Este senhor António Gandra d'Almeida (1979), ainda por cima tenente-coronel médico, é um portento, possivelmente em tirocínio para o Guiness. Um autêntico speedy González: nomeado, por Montenegro, para chefiar o SNS, preparava-se para acumular com esta posição, horas clínicas nas urgências de Faro e Portimão, como tarefeiro, bem como a direcção regional  Norte do INEM, que já exercia.
Felizmente a imprensa mediática, caridosa, poupou-lhe o burn out..:-)

segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Humor Negro (20)

 

Uma sucessão possível ou provável...

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2024

Humor negro (19)

 

O cartoon de Engin Selçuk (1975) consta de Le Monde de 26/1/2024.

sexta-feira, 30 de junho de 2023

Humor negro (18)

 


Lá como cá...


terça-feira, 31 de maio de 2022

Humor negro (17)

 

Cascos de Rolha

A mulher andava à procura do seu homem há três dias. Um amigo dos copos disse-lhe que ele estava em cascos de rolha. Ela não acreditou.
Foi encontrá-lo morto na adega.


Pedro Monteiro (1969), in Galáxia de Berlindes - Textos Ultrabreves, 2012 (pg. 41).

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Um balanço pessimista



Camilo (1825-1890), em carta para Trindade Coelho, resume a sua obra nestes termos negativos: "Tudo quanto fiz cifra-se numa grande alcofa de brochuras inúteis, das quais apenas se colhe uma lição: - é que esse acervo de livros representa uma independência modesta em uma aldeia barata."

Andrée Crabbé Rocha, in A Epistolografia em Portugal (Almedina, 1965).

sábado, 12 de junho de 2021

Actos clínicos

 

Por entre família vocabular, ao que parece, de entre zaragata e zarabatana, vem-nos a palavra zaragatoa, assim despudorada e intempestiva, com resquícios sugestivos de alguma agressividade associada. Obriga-nos a franzir o sobrolho, naturalmente, aquando do seu escarafunchar as nossas entranhas nasais em demanda do Covid 19. Cotonete mais crescido, o pequeno bastão fino é manobrado por enfermeira jovem, mas habilitada, para recolher indícios. E, no H. da O. T. de S. Francisco (Lisboa), este acto clínico, sem receita do médico de família (SNS), é tabelado a 100 euros por acção preventiva. Demora 10 a 15 minutos, na instituição franciscana...
E não me digam que não se pode fazer negócio com o bicho!?...

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Humor Negro 16

François Miterrand (1916-1996) era um grande apreciador de pequenas histórias (para além da História), de ironias subtis, de casos insólitos, que se divertia a contar aos amigos e próximos. É dele, contado a Franz-Olivier  Giesbert (Le Vieil Homme et la Mort,* Gallimard, 1996, pg. 128), o seguinte episódio relacionando o romancista católico François Mauriac com o recém-falecido, também escritor, André Gide.



Ora, segundo Miterrand, logo após a morte de Gide, Mauriac teria recebido um telegrama com os seguintes dizeres, que passo a traduzir: "Não há inferno. Podes estar descansado. Avisa o Claudel. (Assinado: André Gide.)"

* obrigado, H. N.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Humor negro 15

 


Há por aqui alguma coisa que me escapa...

A indefinição acaba por ser terrível, mas os meios não deixam de ser misteriosos. Nem o objectivo.

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Para grandes males, grandes remédios...


As desculpas esfarrapadas de um tal Ramalho, CEO do Novo Banco, por causa de umas vendas de imobiliário, ao desbarato, do ex-património do BES, fez-me lembrar o brilhante (por causa do gel) Horta Osório, bancário estrangeirado célebre - apesar das depressões - de que a ramalhal personagem foi ajudante menor e obrigado, em tempos. Ou seja, o Ramalho é da escola do Osório.
Estas luminárias, perante a crise de um Banco, têm sempre os mesmos remédios e igual falta de imaginação, para os salvarem: encerram agências, despedem pessoal, aumentam as comissões aos clientes e vendem património ao desbarato (de preferência a amigos ou confrades). Tudo chapa zero...
Para minha grande surpresa, a santa madre igreja portuguesa também não tem muita imaginação e usa dos mesmos fármacos. Até me fez lembrar o escritor inglês Somerset Maugham (1874-1965) e um dos seus melhores contos, intitulado "O Sacristão", em que um dos dois acólitos, de uma igreja inglesa, é despedido para contenção das despesas da paróquia. A desculpa, que o prior lhe dá, é ele ser analfabeto. O facto é que esse sacristão ficcionado serviu a igreja vários anos, sem que isso constituísse impedimento de maior.
Fátima, embora com eufemismos também blandiciosos, prepara-se para fazer o mesmo.
Francamente, ó D. Manuel Clemente!...

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

E não havia dinheiro para os projectores...


Até parece que, premonitoriamente, no dia 23/3/20, reflecti o nome (Dissonâncias) num poste, com o mesmo título, mas outras razões, com que iria ser crismada uma próxima exposição no Museu do Chiado (MNAC).
Só que o jornal Público informa, hoje, que a Mostra já não vai abrir por haver falta de verba para os projectores, a fim de iluminar os objectos culturais a expor.
Provavelmente a ministra da Cultura gastou, do seu exíguo orçamento, muito dinheiro em dispensáveis drinks de fim de tarde. E agora falta-lhe dinheiro para a luz...