Mostrar mensagens com a etiqueta Henry Miller. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Henry Miller. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 13 de junho de 2017

Uma fotografia, de vez em quando (97)


A revista L'Obs. chama-lhe um "homem simples da fotografia". Mas, para mim, o francês Bernard Plossu, nascido a 25 de Fevereiro de 1945, na Indochina francesa, é mais do que isso e nos seus instantâneos parece haver, quase sempre, uma tentação de infinito, seja ele raso e terreno, ou aéreo.
Devoto, não totalmente ortodoxo, mas sempre atento às virtualidades maiores do preto e branco, Plossu foi amigo e conviveu com Henry Miller, Ginsberg e Joan Baez, e na sua juventude, foi hippie como mandavam as boas regras da vida alternativa de liberdade.
Entre muitas outras instituições museológicas, a sua obra está representada no Centre Pompidou (Paris).



Presentemente, tem em Toulon (França), uma exposição de parte da sua obra, no Hôtel des Arts, até 18/6/2017, sob o nome de L'Heure Immobile.
Esta última fotografia, em imagem final, é de 1965, e foi intitulado por Plossu de "Sur la route d'Acapulco". Tendo sido captada nas suas deambulações pelo México.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Citações CCLIX


Tudo o que estamos fazendo, tudo o que pensamos, já existe, somos apenas os intermediários, nada mais, do que está no ar. Por que razão certas ideias, certas grandes descobertas científicas, ocorrem, simultaneamente, em diferentes partes do mundo? O mesmo é verdade quanto aos elementos que entram na composição de um poema, de um grande romance, ou de qualquer obra de arte. Os elementos estão no ar, não receberam ainda vozes, eis tudo. Necessitam do homem, do intérprete, para que surjam.

Henry Miller (1891-1980), em entrevista à Paris Review.