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terça-feira, 23 de setembro de 2025

Memória 155

 

Por onde passámos, vagas recordações nos ficam, quando ficam. Outras vezes, permanece o sabor de um ambiente, positivo ou negativo da atmosfera que ali, então, respirámos.
Recentemente, em sonho, veio-me à tona o Museu de Ixelles (Bélgica) que, há muito, descobrimos por feliz acaso nas nossas deambulações pedestres por Bruxelas.



Ficou-me a memória de que o museu da comuna de Ixelles, não sendo excessivamente grande, o que foi bom, continha resumidamente uma selecção original e singular englobando arte ocidental que ia dos séculos XVI ao XX, com obras de Dürer a Magritte, passando por Toulouse-Lautrec.



terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Pinacoteca Pessoal 172

 


Numa primeira fase, o suíço Théophile Steilen (1859-1923) dedicou-se a actividades práticas e rentáveis (gráfico, desenhador têxtil, autor de cartazes publicitários que, por vezes, lembravam o traço de Toulouse-Lautrec) e, só posteriormente, intensificaria os seus trabalhos como pintor, vindo a expor, pela primeira vez por volta de 1890.




Colaborou em revistas da época como Le Rire e L'assiette au beurre. Uma das suas marcas de água, e provável seu gosto obsessivo, são as figuras de gatos que povoam a sua obra. As suas telas integram acervos que vão do Hermitage ao Museu Nacional de Washington.