terça-feira, 1 de julho de 2025
Da Holanda
domingo, 12 de fevereiro de 2023
Impérios...
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
Filatelia CXLVI
segunda-feira, 1 de março de 2021
Bibliofilia 186
É minha convicção arreigada que, de toda a obra de Ramalho Ortigão (1836-1915), o livro que mais edições teve, terá sido A Hollanda que começou a ser publicado, em crónicas, na "Gazeta de Notícias", do Rio de Janeiro, pouco depois do escritor ter chegado a esse país (Holanda), em Agosto de 1883. Só em 1885 sairia a primeira edição em livro no Porto (Magalhães & Moniz, Editores), sendo as sete seguintes com a chancela da Parceria da Antonio Maria Pereira. Na mesma editora, foram impressas, pelo menos, as 7 reedições iniciais, sempre ilustradas com 53 bonitas gravuras, nos primeiros 50 anos, ou seja, até 1935.
Tenho 2 destas luxuosas edições de fino gosto: a 3ª (1900) e a 5ª, de 1916. Mas, infelizmente, em nenhuma delas consta o nome do ilustrador. Até à sétima impressão (de 1924), e nos últimos tempos, os volumes oscilavam de preços, em leilões e alfarrabistas, entre os 25 e os 75 euros. Em finais dos anos 70, do século passado, os dois volumes custaram-me respectivamente Esc. 1.500$00 e 2.500$00.
quinta-feira, 2 de abril de 2020
Dizeres
domingo, 27 de outubro de 2019
Uma fotografia, de vez em quando... (133)
sábado, 12 de agosto de 2017
Comércio contaminado
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Em temática filatélica, para a Sandra, em Almere
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Da Holanda, em particular
domingo, 19 de junho de 2016
Sobre Pintura, inovação, e um quadro de 1770, em particular
domingo, 13 de setembro de 2015
Adagiário CCXXX (estrangeiro e sobre acasalamentos...)
1. Um marido mudo e uma mulher cega fazem sempre um casal feliz.
Provérbio dinamarquês.
2. Casar uma vez é um dever, duas vezes uma tolice, três uma loucura.
Ditado holandês.