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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Uma história (natalícia) para criancinhas impúberes e mentecaptas


As andorinhas, antes da Primavera e inesperadamente, vieram chorar a sua morte, junto do seu memorial. As montanhas do país abriram uma fenda enorme entre si (para o recolherem?), por alturas da sua morte. Tudo isto contou uma pivot norte-coreana, com voz enfática, entre empolgada e comovida, pouco depois da morte de Kim Jong-il, na Tv do seu país. Faltou apenas que os norte-coreanos, além de carpirem fragorosamente, arrancassem os cabelos e dessem punhadas no peito.
Resta-me citar Fernando Assis Pacheco: "...não posso com tanta ironia." Fanatismo e estupidez humana.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Cegueira irracional e fanatismo humano


A fotografia, em imagem, ilustra à saciedade a patética massificação emocional e a tendência acarneirada do ser humano. Para lá da intensa repressão, da parafrenália simbólica quitche do regime e de um populismo inacreditável, a Coreia do Norte é, talvez, o país mais fechado do mundo. Além disso, a "dinastia Sung", que acaba de ascender ao "trono" em terceira geração, subverteu crapulosamente a ideologia comunista por uma versão caseira, repressiva e corrupta. O recentemente falecido Kim Jong-il era um grande importador dos melhores e mais caros vinhos franceses, enquanto cerca de 3 milhões dos seus concidadãos morriam à fome.
Só por via irracional ou por um masoquismo doentio podemos perceber e ver esta multidão acéfala e carpideira, desesperada pela morte de um tirano. Realmente, não há razão fundada para termos grandes esperanças no progresso e racionalidade do ser humano, em geral.