"...O historiador, considerando exclusiva e singularmente o indivíduo em relação ao fim que visa, admite os heróis. Para o artista, que considera as relações do mesmo indivíduo com os múltiplos aspectos da vida, não pode e não deve haver heróis, mas apenas homens. ..."
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"...A actividade desses homens só me interessava como esclarecimento dessa lei psicológica segundo a qual o homem que realiza o menos livre dos actos forja uma série de raciocínios retrospectivos, a fim de se provar a si próprio que é livre."
Considerações de Tolstoi, publicadas na revista "As antiguidades russas" (1888).