Talvez ligeiramente crescido para o título do poste, o tamanho do livro não deixa de ser maneirinho ou, pelo menos, comedido. É uma edição portuguesa de 1984, reflectida da obra original inglesa de Kate Greenaway (1846-1901), escritora e ilustradora victoriana.
Estas simbologias desenvolvidas tiveram a sua voga em tempos remotos, mas são hoje apenas uma curiosidade obsoleta e singela que, porventura, nos faz sorrir.