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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

A insustentável leveza do feicebuque


O uso arbitrário das palavras, ou o seu abuso, é uma das marcas do nosso tempo. Basta referir o uso imoderado do verbo adorar, para expressar, por tudo e por nada, o gosto impensado por alguma coisa. O jargão Adorei! tornou-se uma banalidade insignificante que, de tão repetida, já não quer dizer nada. Ou vale pouco. Mas há mais...
Miguel Sousa Tavares e Günter Grass põem alguns pontos nos is. E muito bem, do meu ponto de vista.


com agradecimentos a JQ, no seu Indícios.

sábado, 28 de setembro de 2013

Amanhã

Falemos por parábolas. Há, pelo menos, três comodidades facilmente reconhecíveis: a da juventude, a cegueira mental aliada à paralisia física , e a preguiça natural da velhice. Convém, no entanto lembrar, que há sempre uma palavra a dizer. Para quem ainda possa estar vivo.  

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

À beira Reno

O moleskine trazia já algumas notas escritas e antigas, quando o abri. Nomes estranhos, vagos lembretes, que tentei decifrar. Aniversários, mas que ocupavam apenas os primeiros 4 meses de um ano distante. Havia  uma nota com a data de um último dia de trabalho: 3 de Julho. E, também, uma partida (6 de Agosto), bem como um regresso: 31 de Dezembro. Algumas frases de Goethe, Camus e Grass ocupavam toda uma página escrita, numa letra apressada.
Mas havia imensas páginas vazias, no moleskine, e, por isso, eu comecei a escrever:
Na aldeia, a noite cai mais cedo e, a luz amarela à Fassbinder, que ilumina o átrio da casa defronte, parece acompanhar o canto rouco, sinistro, dos corvos que se ouvem ao longe...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A Vergonha da Europa



Felizmente, têm surgido algumas vozes da cultura, tanto no panorama nacional como europeu, na defesa da Cultura, da História e da Ética, contribuindo para a elevação do pensamento e em confronto com o lugar comum do discurso financeiro e económico sem rumo nem saída.
Reproduz-se, sem tradução, o recente poema de Günter Grass, noticiado pelo jornal DIE ZEIT e publicado, na íntegra, pelo SÜDDEUTSCHE ZEITUNG. 

O título sugestivo revela, sobretudo, o sentimento profundo dos cidadãos europeus que não se identificam nem com a ignorância nem com a sobranceria relativamente ao berço da Cultura Europeia. 

Post de HMJ