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domingo, 18 de agosto de 2019

Curiosidades 76


S. Miguel de Seide não seria um sítio ilustre e elegante para morrer, pelo menos, até Camilo o ter escolhido. Enquanto Veneza sempre foi mais chique ou mesmo Paris (Neuilly), onde Eça acabou os seus dias. Mas Genebra (Suiça) e as margens do Lago Léman recolheram os últimos suspiros de tantas celebridades, que bem mereciam estar no Guinness.
Atente-se nos nomes de escritores e personalidades que por lá faleceram: Rilke, Stefan George, Joyce, Musil, Thomas Mann, Chaplin, Ignazio Silone, Erich Maria Remarque, Irwin Shaw, Borges, Simenon, Graham Greene, Elias Canetti, Nabokov...E, se calhar, ainda faltam alguns que, por coincidência ou fuga aos impostos, ali vieram a exalar os seus últimos suspiros, mais suavemente. 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Para o mago Gaspar



Da homonímia não se livra, resta saber se tem os poderes mágicos para travar o que alguma imprensa, hoje, anuncia, a saber, o "apertar do cerco" à fraude fiscal. 
Tendo acompanhado o que, nesta matéria, se passa na Alemanha, não aconselho que o nosso mago siga o caminho do Ministro Schäuble, negociando um contrato com a Confederação Helvética (CH), porque parece conceder um perdão parcial aos infractores.
O caminho, até agora mais contestado, foi o de diversos Estados Federados, nomeadamente do Norte da Vestefália, na compra de uns suportes electrónicos (vulgo cd's) com dados dos infractores. 


A última aquisição de um cd-rom, provocando as ameaças da Suiça na concretização de um acordo global com o Ministro das Finanças alemão, não apenas parece ter revelado algumas habilidades na transferência de capitais para praças da Ásia, como já provocou a "auto-denúncia", em número considerável, de infractores, na esperança de uma eventual anulação de um processo crime.
Ao que parece, os infractores não se livram nem de um perdão dos impostos a pagar, nem de um processo crime.
Ainda bem, porque outro qualquer fugitivo se sujeita a um procedimento judicial.
Por cá, ainda andamos a onerar o contribuinte e comprador com distinções falaciosas entre recibos e facturas. Alguma vez, um viajante, ministro ou comentador televisivo, pediu uma factura de um café que bebeu por esta Europa fora ? E os recibos que nos dão, diariamente, para que servem ?
Sugere-se, portanto, nestas como noutras questões, que o Estado se concentre no essencial e não gaste as suas energias em pormenores ridículos.

Post de HMJ

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Resposta cívica: Evitar o "Pingo Doce"

Este "nosso" E.A. Soares dos Santos é tão pouco doce, como são os "seus" amigos internacionais e os criados de servir das "agências de ratos". Cursiosamente, também lá se encontra o futuro Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian.
Primeiro motivo da resposta cívica:
a fuga do dito senhor - salvo seja - para a Holanda, evitando a "partilha dos sacrifícios" impostos aos portugueses, evadindo-se para paraísos fiscais e aproveitando-se de um truque inacessível ao comum dos mortais.
Segundo motivo da resposta cívica:
a má-criação da personagem em epígrafe, desrespeitando, durante o ano passado e com impropérios, órgãos do estado, democraticamente eleitos, revelando, quiçá, o seu verdadeiro carácter face ao país que, em parte, lhe proporciona os lucros.
Ora, como são os consumidores que lhe compram os produtos, a resposta será, obviamente, cívica.
Não há nada como alinhar nos movimentos cívicos do centro da Europa que, face ao poder das grandes superfícies, se abastecem, de frescos, nos mercados próximos e nos talhos ainda sobreviventes. Pena é que, por enquanto, não haja hipótese, para os apreciadores de vinhos lusos, de se abastecerem, directamente, do produtor, quebrando, desta forma, o conluio das ditas cadeias em detrimento do produtor. Seria uma tarefa benéfica para "Álvaro", o nosso ME, se não andasse ocupado com tanta coisa.
Para os responsáveis da UE, e o "nosso" José Manuel Barroso, em particular, seria altura para acabar com este tipo de expedientes - sejam eles da Madeira, da Irlanda ou da Holanda, e até Suiça - a bem dos cidadãos europeus, fim último para que as diversas estruturas europeias foram criadas.
Post de HMJ