Este "nosso" E.A. Soares dos Santos é tão pouco doce, como são os "seus" amigos internacionais e os criados de servir das "agências de ratos". Cursiosamente, também lá se encontra o futuro Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian.
Primeiro motivo da resposta cívica:
a fuga do dito senhor - salvo seja - para a Holanda, evitando a "partilha dos sacrifícios" impostos aos portugueses, evadindo-se para paraísos fiscais e aproveitando-se de um truque inacessível ao comum dos mortais.
Segundo motivo da resposta cívica:
a má-criação da personagem em epígrafe, desrespeitando, durante o ano passado e com impropérios, órgãos do estado, democraticamente eleitos, revelando, quiçá, o seu verdadeiro carácter face ao país que, em parte, lhe proporciona os lucros.
Ora, como são os consumidores que lhe compram os produtos, a resposta será, obviamente, cívica.
Não há nada como alinhar nos movimentos cívicos do centro da Europa que, face ao poder das grandes superfícies, se abastecem, de frescos, nos mercados próximos e nos talhos ainda sobreviventes. Pena é que, por enquanto, não haja hipótese, para os apreciadores de vinhos lusos, de se abastecerem, directamente, do produtor, quebrando, desta forma, o conluio das ditas cadeias em detrimento do produtor. Seria uma tarefa benéfica para "Álvaro", o nosso ME, se não andasse ocupado com tanta coisa.
Para os responsáveis da UE, e o "nosso" José Manuel Barroso, em particular, seria altura para acabar com este tipo de expedientes - sejam eles da Madeira, da Irlanda ou da Holanda, e até Suiça - a bem dos cidadãos europeus, fim último para que as diversas estruturas europeias foram criadas.
Post de HMJ