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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Insólito



Um sono branco que dá arrepios...

domingo, 24 de outubro de 2021

Osmose 122


Nunca, com a extrema nitidez minimalista de ontem, eu lhe tinha notado e sentido os sinais físicos, na pele. Do frio. Quase inconscientemente fui buscar a camisola de caxemira para me agasalhar. Mais tarde, talvez por volta das 18h30, comecei a sentir os pés a arrefecer. Ambos, enquanto me sentara a ver o Dossiê Pelicano (1993), de Alan J. Pakula, com o jovem Denzel Washington e a ainda muito mais nova Julia Roberts. Depois, foram as mãos: primeiro a esquerda; e aí uns vinte minutos a seguir, a mão direita a ficar fria. O Outono tinha marcado presença, pré-anunciando o Inverno que viria a seguir. De forma indesmentível, apesar do Verão de S. Martinho andar  por aí, com o seu solzinho ameno enganador...

domingo, 10 de janeiro de 2021

Mercearias Finas 165


Dizia José Quitério (1942), na sua ampla sabedoria e competência culinária, que o único prato de alta gastronomia portuguesa era a Perdiz à Convento de Alcântara. Mas, neste décimo dia do novo ano de 2021, confinado parcialmente, HMJ resolveu-se a confeccionar um Cozido à Portuguesa, com todos os matadores, e eu a abrir, cerca de 2 horas antes, uma magnum alentejana de 2010. Que, como diria José Régio (1901-1969) poeta (ao contrário, e com o portalegrense Suão...), este frio esfarela os ossos,/ dói nos peitos sufocados, pelo seu severo rigor penetrante, convidando assim a vitualhas robustas e aconchegantes.

Do Pêra Doce (Trincadeira, Aragonez e Syrah), alentejano e com 13,5 º, com os seus 10 anos completos, estava eu com receio, porque os desta região demarcada querem-se jovens, normalmente, ao beber, embora  alguns raros, clássicos, se aguentem muito bem na velhice, e com nobreza. Este portou-se lindamente à altura das expectativas. E, do Cozido, nem se fala, que o silêncio é de ouro e recomenda-se!...

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Tempo frio


Tempos de recolhimento, estes em que o frio intenso empurra para o ameno morno das casas, a quem não tem de sair, já não trabalha ou chegou à idade em que dispensa os cortejos carnavalescos.
Sob a sombra tutelar de Alec Guinness (1914-2000) me correu o dia de hoje. Um bom amigo tinha-me emprestado as Mémoires do actor britânico, assim como O Peregrino Secreto, de John Le Carré, que este dedica: "Para Alec Guiness com afecto e gratidão".
E como não há duas sem três, acabei por ver, no Youtube, um filme brando de Ronald Neame (1911-2010), intitulado The Card (1952), com um bom desempenho de Alec Guiness e uma inesperada e jovem Petula Clark. Tempo que dei por muito bem empregado... Embora o frio continue. Lá por fora.