Não dará para inteiramente eu o recomendar, mas se o tempo de leitura tiver sido vertiginoso (como este foi) o balanço é, para mim, sempre positivo. Li Todo-O-Mundo (2007), de Philip Roth (1933-2018) entre as 16h00, de ontem, e ainda não eram as 23h30, descontando as funções humanas essenciais (refeições, etc.).
O livro não tem tempos mortos, o fluxo narrativo é ágil não deixando de ser denso, e a tradução (Francisco Agarez) pareceu-me competente. Pelo meio é que a obra, talvez pelo excesso de referências clínicas, às vezes, mais parece um vade-mécum de cirurgias cardíacas e correlativos cenários hospitalares.
Não fora isso...