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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Singularidades humanas

A crónica de Francois Reynaert (1960), no último "Obs." (15/11/12) aborda, com bastante crueza, o caso acontecido com Rachilda Dati, ministra da Justica, no último governo de Sarkozy. Dati, a meio do exercício ministerial, deu à luz uma menina, embora fosse solteira. Recusou, no entanto, revelar o nome do pai, na altura. Especulou-se muito, vindo a público que seria Aznar, outras personalidades conhecidas, ou até mesmo Sarkozy... E assim ficou a incógnita até há muito pouco tempo.
Ora, recentemente, deu entrada em Tribunal um processo para reconhecimento de paternidade, por parte de Rachilda Dati, contra Dominique Desseigne, dono do grupo Barrière, multimilionário, e grande amigo de Nicolas Sarkozy. E o motivo é simples e único: dinheiro. O mistério deixou de o ser. Na crónica, que dedica ao caso, Reynaert inicia o texto assim: "Singularidade dos negócios humanos: de altas reflexoes saem por vezes acontecimentos que descem ao mais baixo. ..." Polémico, no mínimo.