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segunda-feira, 15 de julho de 2024

Impromptu 76



Olhem-me para este farsante, nos seus preparos e atavios, com a mulher, para assistir ao casamento de um riquíssimo indiano. Sempre disposto a vestir qualquer papel para ganhar mais dinheiro.
Como Schröder e Hollande, nos seus outros respectivos países, que se disfarçaram de socialistas, para serem os coveiros dessa ideologia de esquerda.

segunda-feira, 17 de junho de 2024

O regresso dos elefantes

 
O título deste poste não é meu, mas da TV 5 francesa, a propósito do regresso de François Hollande (1954) à política activa nas próximas eleições legislativas gaulesas. Estamos num tempo caricato para não dizer dramático. O caso francês fez-me lembrar a situação semelhante do regresso de David Cameron (1966), ex-primeiro ministro britânico, que reingressou no activo, como ministro dos Negócios Estrangeiros.
Por cá, o insólito fia mais fino: os professores reformados parece que vão voltar a dar aulas...

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Impromptu (47)



Dizem as más línguas que esta canção, Le Pingouin, de Carla Bruni (1967), era uma crítica indirecta a François Hollande. Não garanto o facto, mas aqui fica a canção, através do vídeo correspondente...

terça-feira, 9 de maio de 2017

Girouette


Não terá sido o primeiro, mas é dos mais significativos golpes de rins, político. Ora, com um comandante de navio como Hollande percebe-se que os ratos espertos abandonem o barco, antes de irem ao fundo.
(Coitado do PS francês que, depois de Jospin e Mitterrand, se foi transformando, por dentro, num autêntico albergue espanhol!...)
O problema, ou talvez não, é que estes chico-espertos, habitualmente, além de não terem a coluna vertebral muito direita (salvo seja!), também não devem muito à ética, nem à inteligência - quem for ingénuo, que os compre, como hamsters.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Comic Relief (128)


Não estar à altura.
Já Sarkozy usava uns sapatos de saltos altíssimos, para estar à altura de Carla Bruni.
Agora, a François Hollande, arranjaram-lhe um palanque...
Estes pequenos gauleses deviam era pôr os olhos no grande Corso!


grato reconhecimento a C. S..

sexta-feira, 15 de julho de 2016

2 pontos de ordem à mesa, ou o mau perder dos "estadistas" medíocres europeus


Já não me surpreendem, mas irritam-me as bocas foleiras de alguns estadistas europeus sobre a política portuguesa. Como se fossem eles os patrões desta nossa terrinha. Ele são os boeres, os suabos, os gauleses e, agora, até um espanholito das Finanças se dignou mimosear-nos com uns dichotes pacóvios. Porque será que eles não tratam mas é de arrumar a casa e resolver, sim, os problemas deles?
Mas, ontem, fiquei estupefacto com as declarações agressivas de três ou quatro luminárias políticas (alemãs e francesas, principalmente) sobre o novo governo inglês constituído por Theresa May. Boris Johnson foi o bombo da festa. O Ministro dos Negócios Estrangeiros francês até lhe chamou mentiroso, perante as câmeras da televisão gaulesa. E o banalíssimo Hollande também mandou bocas. Já não há decoro, nem maneiras!
É esta a classe lumpen que governa a Europa. Deus nos acuda!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Qualidade, quantidade e coscuvilhice


Era sabido que os romances de Patrick Modiano (1945), em França, não se vendiam muito (em Portugal, parece que também não...), embora o considerassem um digno sucessor de Simenon, na sábia construção de atmosferas. É provável que, agora e por algum tempo, passe a vender mais, que o Nobel acaba sempre por trazer às livrarias alguns cordeirinhos tresmalhados.
Entretanto, a última obra da senhora Trierweiler - diz o "Obs." - já vendeu 442.000 exemplares, fazendo, com certeza, o pleno dos leitores das melhores revistas róseas gaulesas. E até nem incluo nestes consumidores, por uma questão de justiça, o sr. Hollande, que tinha todo o direito ( e interesse) de conhecer o enredo dessa obra histórica e actual. Mesmo que já não tivesse uma atmosfera nupcial...

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

domingo, 31 de agosto de 2014

Remate


Nunca gostei de falar de matadouros, muito embora tenha, como observador desinteressado e alheio, assistido a algumas desmanchas de carnes, sobretudo de bovinos, que é uma forma de ver o vermelho na sua expressão mais simples. Crua e real.
Agosto acaba-se por entre uma aragem fresca, vinda de Norte, e os gritos ululantes das hordas futeboleiras, vindas de um café chunga, aqui, à beira Sul. Mas que se integram bem na silly season, que termina hoje.
Entre a sra. Merkel que, na sua curteza de vistas e roupas foleiras, conseguiu secar tudo à sua volta, e os morticínios de África, do califado medieval e da Ucrânia, que sobra? Talvez o angelical sr. Holanda, o sorriso figé do sr. Valls, que reproduz, serôdio, o esgar católico do sr. Blair - seu antepassado - que, por sua vez, imitava (mal) o joker-Jack Nicholson da irrealidade cinematográfica.
Não me peçam para ser feliz, em Setembro, s. f. f. !

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Uma ironia de Jean Daniel, sobre F. Hollande


"...Ele é feito dessa fibra e temos que nos resignar. (...) E, no entanto, eu encontrei, neste 14 de Julho, um François Hollande melhor do que o habitual. Com o risco de parecer indulgente, ou até mesmo complacente, descobri que, nele, mesmo os seus defeitos não deixavam de ter uma certa robustez. ..."

Jean Daniel, no Editorial de Le Nouvel Observateur (nº 2593).

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Comic Relief (87)


Duas opções de tradução para a frase de Manuel Valls:
1. Finalmente, tomei conta dele!
ou
2. Finalmente, tenho-o na mão!

com duplo agradecimento a H. N. .

terça-feira, 22 de outubro de 2013

NSA = Gestapo + KGB + paranóia ianque


Na imagem, fica o mau da fita ou o chefe do asilo de alienados marcanos. Amovível, no entanto, por qualquer outro paranóico, em breve, mas que seja um pouco mais discreto, como convém às toupeiras.
A Sra. Merkel, calvinisticamente feminina, queixou-se, discreta. O sr. Hollande protestou, afirmativo e clássico. O sr. Cameron, apoucado, engoliu; mas o Presidente do México, latino, fez uma peixeirada sincera e autêntica. Então não é que os ianques estavam a escutar os seus aliados?! Ao menos, se fosse o Sr. Putin ou a China, ainda vá que não vá...  Entretanto, o sr. Obama, na sua sombra escura, sorriu.
Muito embora o paranóico general Keith (Bryan) Alexander deixe, em 2014, a chefia da NSA (National Security Agency), e seja substituído por um louco mais discreto (como é o desejo do sr. Obama), continuaremos quase todos a ser escutados e registados pelos americanos, e traduzidos pelos mórmons poliglotas, para ver se somos perigosos.
Já dei algumas pistas (poste de 21/9/13) para identificar os coscuvilheiros ianques. Aqui vão mais algumas:
- Colorado, Colorado Springs, via adelphia . net IP Adress 69. 171. 224 ou 69. 171. 229, ainda 69. 171. 248;
- Simi Valley (California) IP Adress 199. 30. 20.
E ainda ficam várias em carteira, para uma próxima oportunidade.
(Já sei que, hoje, o Arpose vai ter imensas visitas. Sobretudo, da NSA.)

sábado, 3 de novembro de 2012

Andar a pé, fugir de carro, regressar de helicóptero


A notícia li-a, há dias, no "Le Monde". Quebrando uma tradição secular, Vladimir Putin deixou de trabalhar na fortaleza do Kremlin, passando a fazê-lo nos arredores de Moscovo, num local isolado. Quando tem que se deslocar ao Kremlin, fá-lo de helicóptero. Isto para evitar as vaias, neste caso as ensurdecedoras buzinadelas dos carros dos moscovitas, manifestando o seu vivo desagrado, sempre que passava, pelas ruas, o longuíssimo cortejo oficial de viaturas topo de gama, alemãs, de vidros esfumados, saindo ou entrando no reduto oficial da Capital russa. Entretanto, os peões, pelas ruas moscovitas ao passarem os carros oficiais, iam fazendo o sinal com o polegar para baixo, indicando o gesto imperial de morte, para o gladiador, nas arenas romanas.
O jornal "Le Monde" lembrava, por contraste, o passeio a pé de François Hollande, pelas ruas de Paris, no dia da sua investidura como Presidente da República francesa.
Por cá, os nossos ministros fogem envergonhadamente pela porta das traseiras; o Parlamento faz votações a contra-relógio e grande parte dos deputados raspa-se sorrateiramente para evitar os manifestantes, cá fora.
A Vespa do ministro Mota Soares vai enferrujando a um canto, abandonada e sem uso...

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A obesidade portuguesa e a dieta francesa

Ontem, ao ver, na televisão, o numeroso cortejo de carros ministeriais portugueses, onde predominavam os BMW e os Mercedes Benz, luzidios e alguns topo de gama, não pude deixar de pensar na França e em François Hollande (1954).
Em cerca de 4 meses de exercício, como Presidente da República francesa, cerca de 3/5 das promessas eleitorais de Hollande foram já cumpridas. E as medidas contra o despesismo do Estado continuam a ser postas em prática.
Os ordenados dos Ministros foram reduzidos em 30%. A frota ministerial de automóveis passou de 119 para 91 viaturas. Nas Empresas Públicas francesas foi abolido o chamado "carro de empresa". O produto dos carros leiloados foi aplicado num Fundo de Previdência, destinado às regiões mais deprimidas.
Na carta, sucinta, que F. Hollande enviou, para a execução desta medida, afirmava-se que, para quem ganhava tanto, era bem possível comprar um bom automóvel...

terça-feira, 5 de junho de 2012

Namoro entre Poderes


É um tema interessante, este, que o "N. Obs." tratou recentemente e que, de algum modo, foi desencadeado pela vitória de François Hollande - que vive com Valérie Trierweiler, jornalista do "Paris Match". Não é caso único e cada vez se torna mais frequente o acasalamento entre políticos e jornalistas. Mas, caso curioso, o enlace tem sido sempre entre jornalista-mulher e político-homem: Strauss-Kahn/ Anne Sinclair, Alain Juppé/ Isabelle Boudin, G. Schröder/ Doris Köpf. E, entre nós: Fernando Seara/ Judite de Sousa, José Sócrates/ Fernanda Câncio...
Atracção entre Poderes que, muitas vezes, pode resultar em conflito de interesses e aproveitamentos pouco claros, se os intervenientes não tiverem exigência e preocupações éticas. Porque, se não, faz todo o sentido a frase dúbia do jornalista Pierre Salviac: "A toutes mes consoeurs, baisez utile, vous avez une chance de vous retrouver première dame de France".

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Paridades


A paridade homens/mulheres, nos governos de esquerda é, normalmente, um ponto de honra, senão for uma medida politicamente correcta, nos tempos que correm. Guterres aproximou-se, por cá, Zapatero observou-a, em Espanha. Agora, foi a vez de François Hollande que fez o fifty-fifty exacto: 17 ministros e 17 ministras - num equilíbrio absoluto.
Mas não deixou de comentar para os mais próximos: "Le plus compliqué avec un tel principe, ce n'est pas de trouver des femmes mais d'écarter des hommes compétents" (ou seja: O mais complicado neste princípio, não é encontrar mulheres, mas o descartar de homens competentes).

terça-feira, 15 de maio de 2012

Os sinais do tempo


Quando soube que o primeiro avião, que levava François Hollande para se encontrar com Angela Merkel, fora atingido por um raio, perguntei-me se S. Pedro não seria de Direita. Ou se não queria que os dois se encontrassem. Felizmente, o segundo avião chegou a Berlim, normalmente, embora com 2 horas de atraso.
Precisados e sedentos que estamos, europeus, de um projecto mobilizador e de uma nova forma de solidariedade, será no entanto prudente não pensar, sebastianicamente, que o Presidente francês vai resolver todos os problemas. Já bastou a esperança desmesurada, hoje desvanecida, que se depositou em Obama (aliás, são os dois do mesmo signo: Leão). Não quero, com isto, dizer que estou céptico. Alguns aspectos simbólicos da sua tomada de posse e a escolha do PM (Jean-Marc Hayroult, antigo professor de alemão) permitem pensar com um ligeiro optimismo, e aguardar, com atenção, novas medidas.
Mas por outro lado há sinais, no tempo, que não apoiam nem sustentam grandes euforias. Ainda ontem, dramática e suicidariamente, os gregos levantaram 800 milhões de euros, dos seus bancos, para os aplicarem na dívida alemã, que é considerada segura...
No meio deste calor e desta pressão, sendo embora difícil, convém ter a cabeça fria e os pés assentes na terra. 

domingo, 6 de maio de 2012

sábado, 5 de maio de 2012

Presidenciais francesas


Mais do que a sombra de François Mittérrand, parece ser a figura tutelar de Jean Jaurés (1859-1914) que se perfila atrás de François Hollande, nestas eleições presidenciais francesas. Em várias sedes de campanha há, nas paredes, uma frase simbólica: "Que faria Jaurés?" Porque não serão poucos os trabalhos de Hollande, se vencer, amanhã.
A única semelhança, entre os dois, é que nenhum deles teve funções governativas. Mas a influência dinâmica de Jean Jaurés, na Esquerda francesa, nunca se perdeu, e continua a ser presente e tutelar. Lembremo-lo: "Eu próprio peço aos socialistas para não me dizerem a data do triunfo do socialismo - é impossível determiná-la; eu digo-lhes para viverem cada dia num socialista estado de graça, que é trabalhar interminavelmente, cada minuto, cada hora para a chegada do socialismo, para  sacrificarem todos os esforços por ele, a força do seu pensamento e da sua vida."
E depois, François Hollande?