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segunda-feira, 8 de setembro de 2025

O "lobby" das floristas

 

Tudo isto começou em 1997, com as toneladas de flores, no exterior do Palácio de Kensington, pela morte trágica de Diana. Depois disso, foi um ver se te avias. E agora até o minorca do Moedas alinhou nas oferendas votivas, nos Restauradores. Quem se trama, depois, são os homens da limpeza da Câmara...

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Sem título



Estas suculentas em vaso, duas delas florescidas num deles, vieram inesperadamente para nos alegrarem o Natal e o Inverno. Descendentes de matrizes que foram trazidas do Norte, há mais de 30 anos, só no Verão passado uma pequena flor deu sinal de si, na varanda a Leste. E unicamente uma vez, na sua "frugalidade".
Agora, em Dezembro, um dos vasos já produziu duas flores, na varanda a Sul. Outras vem a caminho...
Que sejam bem vindas e que se reproduzam para nosso contentamento!

domingo, 14 de junho de 2015

Filatelia CIV


Das muitas variedades da filatelia temática, esta da flora - flores, em particular - é das mais coleccionadas e preferidas pelos filatelistas. Por várias razões, até pela beleza e colorido que traz consigo. Também Portugal não se excluiu de emitir algumas séries sobre este tema, embora mais recentemente do que outros países.
Deixamos em imagem sugestivos exemplos da temática, postos em circulação pela Formosa (Taiwan-China), em 1958, pela Alemanha, numa série base de 2005, que se tem prolongado até aos nossos dias, com cíclicas estampilhas; e, finalmente, uma emissão de 6 selos ingleses, dedicados a flores silvestres, de Abril de 1967.

sábado, 1 de novembro de 2014

Apontamento 58: Jardins urbanos



Nos últimos tempos, tenho acompanhado com algum interesse uma tendência na promoção de jardins urbanos que, afora a intenção imobiliária subjacente a determinadas notícias, sempre os considerei como complemento essencial da vivência citadina.

De facto, os que viveram, como eu, durante uma parte considerável da sua formação humana – a infância e a adolescência – numa casa com jardins e horta, dificilmente se libertam do apelo telúrico de meter as mãos na terra, mesma que reduzidas ao tamanho de um vaso.

Com efeito, a partir do momento em que fui obrigada a viver em apartamentos, nunca dispensei os jardins urbanos, por uma questão de vivência que dispensa modernices.

Nas varandas outrabandistas e nos terraços citadinos foram crescendo oliveiras, limoeiros, abetos, pinheiros e loureiros.



Mesmo assim, ainda se arranja espaço para ofertas generosas de pés de alfaces, tomates, e pimentos, como o “pequenitates” que surgiu já um pouco serôdio. Com os últimos dias de sol, lá se desenvolveram três pimentos, dando ares da sua graça.



Logo de manhã, gosto de olhar para as flores da imagem acima, ver o crescimento dos pimentitos, e, sobretudo, apreciar o verde que me tapa o desagradável do cimento que certas criaturas espalham à nossa volta. É uma forma de dissimular o mau gosto dos patos-bravos e reconquistar um espaço desprezado pela ignorância e o mau gosto.

 Post de HMJ, dedicado a MR

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Flores



Recebi, em tempos, sementes de duas proveniências, de Portugal e da Alemanha. As flores, embora muito diferentes, têm uma coisa em comum, abrem de manhã e vão murchando até morrerem à noite. O que se pode chamar vita brevis, já que não sei o nome das flores. Talvez MR se lembre do nome das sementes que me ofereceu.
As flores da imagem vieram do jardim da minha amiga RJ e enfeitam, agora, a nossa varanda outrabandista.

Post de HMJ, para MR e RJ

terça-feira, 10 de julho de 2012

Linguagem das Flores (2)


Mais completo que o anterior postal, que publicámos há dias, este código amoroso permite uma gama mais alargada de sentimentos e mensagens. É uma espécie de oaristo especializado, do antigamente.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A linguagem das flores


Era assim que os nossos avós, mais sofisticados e poliglotas, se entendiam de amores...