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segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Mercearias Finas 181



Não fora a vernissage, a que nos convocámos, do restaurante outrabandista, com um bife da vazia, em tábua, e batatas fritas caseiras, acompanhadas por um alentejano Dona Maria tinto 2017 (Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet e Aragonês), puxavante nos seus 14,5º embora já domado e macio, e os filetes de pescada, já temperados, teriam sido o almoço de Domingo. Assim, esperaram até hoje, escalpelados que tinham sido pelas mãos atentas e sapientes da Leonor. Voltando atrás há que destacar, na sobremesa, uma refrescante mousse de lima, com uma framboesa a coroá-la e um raminho de hortelã, da anterior refeição suburbana, que estava uma delícia requintada.
Vieram-nos assim à mesa do almoço, hoje, quatro filetes de pescada atlântica e um pequeno acrescento que, além do arroz de pimentos e salada mista, foram acompanhados por um fresco Alto Pina, de Pegões, produzido pela sabedoria enológica de Jaime Quendera. Que lotou as castas Fernão Pires com Verdelho e Antão Vaz no ano da graça de 2021, nos seus 13º bem comedidos e saborosos. Rico almoço!

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Mercearias Finas 145


Dá gosto ver a Leonor, no Mercado do Monte da Caparica, com a sua faca de eleição, fazer, de uma Pescada fresca, limpos e finos filetes. É um trabalho manual que exige grande perícia, concentração q. b. e alto saber de experiência feito. Desta vez, cumprimentei-a pela arte e vi que ela se sentiu recompensada. Sorriu, a agradecer o meu reconhecimento.
Foi já tarde que comecei a gostar de filetes de pescada. Os do falecido Restaurante Jordão, em Guimarães, eram celebrados. E os do Hotel da Penha, em tempos, também corriam fama pelo Minho. Mas também nalguns restaurantes do Porto os filetes de pescada, para não falar nos de Polvo, no Aleixo, a Campanhã, ganhavam o favor de muitos clientes. De Coimbra, inclusivé, para baixo, não passavam do trivial e comesinho, essas amostras de filetes. Ressalvem-se, no entanto, os de Peixe-galo no restaurante 1º de Maio, ao Bairro Alto.
Cá por casa e com a ajuda prévia da Leonor, a HMJ capricha-os na perfeição e sábio tempero, e dá gosto comê-los. Até volto a Guimarães, por momentos, na imaginação gustativa...
Abri, generoso, um Chardonnay (Jean Giner) legítimo e estreme, gaulês de origem. E tudo esteve à maneira, no almoço da passada Quarta-feira.