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domingo, 21 de agosto de 2016

Natureza morta outrabandista


Derrama-se a figueira em braços retorcidos. Angustiosos - diria eu -, e na horizontal quase, porque raramente sobem muito alto, tal como os das oliveiras que por aqui abundam, por entre pequenos muros derruídos.
Por estes restos de subúrbios não urbanizados, são vestígios das frondosas quintas anteriores, que sobraram nas margens de baldios desprezados e sujos. Árvores abandonadas por um tempo novo que já não quer saber delas para nada.
E de que ninguém se dá ao trabalho de colher os frutos, que elas vão continuando a produzir, diligentemente.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Adagiário CCXLIV


Lenha de figueira, rija de fumo, fraca de madeira.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Curiosidades 38 : longevidade


Ora eu que julgava que, a mais antiga oliveira portuguesa, era alentejana (Ourique?) e tinha cerca de 1.200 anos. Mas, afinal, ainda há uma veterana, nas Pedras d'El Rei, em Tavira, com 2.210 anos. Mas a mais veterana de todas é a que se mostra na imagem, segundo diz o "Público". Por investigações da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro esta oliveira, que "reside" e resiste, no concelho de Loures, perto das ruínas do castelo de Pirescouxe, no Bairro da Covina, tem a provecta idade de cerca de 2.850 anos - é obra! O perímetro do tronco, na base, tem 10,15 metros, e a sua altura é de 4,40 metros.
Falta agora descobrir, digo eu, a figueira portuguesa mais antiga. Oliveiras e figueiras são as árvores mais antigas de que há referências (Bíblia, por exemplo), no mundo.