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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Aguarelas em Cambridge


A professora de Cambridge, Susan Owens (1954) refere, muito sabiamente, que "os pigmentos da aguarela oferecem aquilo que a pintura a óleo não pode dar: a sua transparência, que permite que a luz se possa reflectir para fora do papel, criando um efeito luminoso."
Não será só por isso que eu tenho um particular apreço pelas aguarelas, mas também pela frágil suavidade das suas cores precárias.
O museu Fitzwilliam, de Cambridge, tem um acervo considerável destas pinturas e decidiu promover uma exposição temática, em torno do século XVIII e da paisagem inglesa. A mostra estará aberta ao público até 27 de Setembro de 2015. E integra obras de Turner, Ruskin, Cozens e muitos outros.
Deixo em imagens, sequencialmente: "Lake Nemi" (1788) de J. R. Cozens (1752-1797), "Yorkshire Fells" (1812), de Peter de Wint (1784-1849) e "Appledon, Devon", de Thomas Girtin (1775-1802).

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Pinacoteca Pessoal 71


O sul mediterrânico, sobretudo a partir do século XIX, talvez pela sua luz singular, sempre atraiu os pintores europeus, e a Provença ocupa, neste caso, um centro privilegiado. Mas, em relação a John Caxton (1922-2009), a Grécia foi a sua paixão. Classificado como neo-romântico (com tudo o que isso possa significar...), as suas obras reflectem influências muito diversas, que vão dos Impressionistas até Picasso e Nash. Caxton é, hoje, considerado um dos grandes pintores ingleses do século XX.
Daí, o Fitzwilliam Museum (Cambridge) ter organizado uma ampla retrospectiva da sua obra, que estará aberta ao público até 21 de Abril de 2014.
Em imagem, uma fotografia de John Caxton com Margot Fonteyn, na Grécia, o quadro "Rapaz deitado entre asfódelos" (1983/4), de uma  colecção particular, e ainda uma Natureza Morta, que pertence ao acervo do Museu Fitzwilliam.