quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Saber esperar
terça-feira, 9 de setembro de 2025
Retratos (36)
quinta-feira, 7 de agosto de 2025
Bibliofilia 224
domingo, 11 de maio de 2025
Curiosidades 111
sexta-feira, 1 de novembro de 2024
Pessoana
segunda-feira, 12 de agosto de 2024
Esquecidos (18)
domingo, 12 de março de 2023
Polémicas...
terça-feira, 5 de outubro de 2021
Da República
domingo, 13 de junho de 2021
Pessoa popular
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021
Apropriações indevidas ou cortes bilingues
A propósito do excerto antológico da Historia de los movimientos y separación de Cataluña... (1645), de Francisco Manuel de Melo (1611-1667), diz-nos o filólogo Ramón Menéndez Pidal (1869-1968), na sua Antología de Prosistas Españoles (1940), a propósito do poeta Melodino: Aunque Melo era natural de Lisboa, su linguage es castizo y elegante castellano, modelo en la expresión feliz y acertada. Multitud de portugueses de los siglos XV y XVI miraban como suya propria a nuestra lengua. (pg. 255)
A fazer fé em Pessoa (a minha pátria é a língua portuguesa) ficaríamos confusos, até porque os espanhóis são useiros e vezeiros em se apropriarem de escritores portugueses, chamando-os seus. Gil Vicente, por exemplo, com os seus autos em castelhano. Ou o mesmo acontece, embora mais raramente, com Sá de Miranda e Camões... No entanto, eu atribuo as culpas a D. Manuel I (1469-1521) que casou nada menos que com 3 princesas castelhanas, tornando assim a corte portuguesa retintamente bilingue...
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
Pinacoteca Pessoal 167
sábado, 7 de setembro de 2019
Osmose 109
Quantas vezes nos auto-censuramos, calando o que sentimos para não ferir ou ofender quem amamos? Quantas vezes omitimos por amor aos outros? Assim nos limitando ou restringindo a própria liberdade individual.
Será que a solidão total é o preço a pagar pela liberdade inteira? Talvez.
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Sintonias
sábado, 1 de junho de 2019
Osmose 106
sábado, 29 de dezembro de 2018
Divagações 139
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
A fortuna dos inéditos
quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Reflexões, a propósito de um poema de Pessoa e das Presidenciais brasileiras
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
Um sonho
Tive um sonho como uma fotografia...
Alberto Caeiro
Ora acontece com os sonhos, o mesmo que com os versos, subitamente nascidos: ou os escrevemos logo, ou eles desaparecem, para sempre da nossa frágil memória. Vindos do inconsciente, se não os reproduzimos, conscientemente, eles apagam-se.
Auden estava de abalada para os E. U. A. e eu, antes de sairmos, peguei, de empréstimo, da estante, os seus Selected Poems. Depois, dirigimo-nos, a pé, para uma rua estreita da Cova da Piedade, para ele se ir despedir de Maria Antónia Palla. Foi aí que ele disse que ia dar todos os livros desta sua biblioteca, a quem os quisesse. Não tencionava levá-los para a América. E eu candidatei-me.
Feitas as despedidas, regressamos a casa do Poeta. Para minha surpresa, as duas estantes dos livros estavam completamente vazias. Alguém levara todos os livros de poesia. E os livros sobre Arte tinham sido levados pela minha estimada confrade de blogue, Margarida Elias, do Memórias e Imagens.
Fiquei assim e apenas com os Selected Poems, de Auden, na mão.
E acordei...
para Margarida Elias, e em memória de W. H. Auden.