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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Últimas aquisições (18)


Os dois volumes da Biblioteca Breve, iniciativa do Ministério da Cultura, pertencem a um conjunto que foi editado durante os anos 70/80, sob a direcção de especialistas das várias temáticas abordadas. Eugénio Lisboa analisa, no nº 22 da colecção, a obra de José Régio, de quem foi amigo e é talvez o maior admirador, vivo, no presente. O nº 47 da Biblioteca Breve é um apanhado descritivo das principais publicações de olisipografia que, ao longo do tempo, se foram editando. 


Trouxe também, usado mas em bom estado, do alfarrabista, um catálogo (1984) extenso mas sucinto da Tate Gallery (Londres), que é talvez, fora de Portugal, o museu que eu mais gosto de visitar. A capa reproduz uma obra de Matisse - The Snail (1953).
Dei pelos três livros 5 euros, o que me pareceu ser um preço muito em conta e justo.

terça-feira, 19 de março de 2019

Um ex-libris


Não sou muito dado a marcar a posse dos livros que compro. Na juventude, sim, apunha-lhes o nome e o ano de aquisisição. Mas esses sinais sempre têm virtualidades: marcam uma história e um percurso.
O ex-libris em presença vinha aposto à obra Nationality in History and Politics (Londres, 1944), do sociólogo e historiador austríaco Frederick Hertz (1878-1964), livro que comprei, usado, em 2018.
O anterior possuidor da obra terá sido, muito provavelmente e por isso, o olisipógrafo autor de Lisboa Seiscentista - Fernando Castelo Branco (1926).

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Bibliofilia 167


Mesmo em bibliotecas especiosas  de consagrados e conhecidos bibliófilos podemos encontrar edições desvaliosas e vulgares que, provavelmente, também foram tratadas com desvelo pelos seus anteriores donos. O afecto aos livros não faz discriminação nem despreza exemplares porventura menos nobres...
Foi assim que encontrei, em boníssimo estado, cerca de duas dezenas de volumes, com encadernação do editor (Empreza da História de Portugal) das obras completas de Almeida Garrett, publicadas (1904) sob a orientação de Teófilo Braga. Os livros repousavam na prateleira de baixo das estantes, na loja do meu alfarrabista de referência, sítio que significava terem o preço simbólico de 1 euro, cada um.
Dos vários volumes, muitos deles de Teatro, escolhi apenas 4: um de Poesia e três sobre documentos (cartas, relatórios, projectos...) da vida pública (Parlamento, Governo e Diplomacia) de Garrett. Todos os livros tinham 2 ex-libris interessantes. Do grande bibliófilo Avila Perez e de Fernando Castelo Branco. Que aqui ficam registados por imagem.