Mostrar mensagens com a etiqueta Fado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fado. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Revivalismo Ligeiro CCCXLVII


Um fado menos conhecido de Carlos do Carmo

quinta-feira, 26 de junho de 2025

Sacrilégio

 
Em zapping ocasional, na RTP Memória, ouvi, há pouco e por acaso, a voz de Alfredo Marceneiro (1891-1982) a cantar um fado ("Amor é água que corre..."). E, inesperadamente, lembrei-me de Bob Dylan.
Será por serem vozes a cair da tripeça?

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

domingo, 21 de julho de 2024

Um fado já antigo


Com poema de Pedro Homem de Melo (1904-1984) e música de Frei Hermano da da Câmara (1934) são muitas as versões posteriores deste fado (Amália, José Cid, António Zambujo...) que tem ainda um arranjo musical e interpretação de Sérgio Godinho. Sendo que, na minha opinião, esta versão me parece das melhores.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Revivalismo Ligeiro CCCXII


De Argentina Santos (1926-2019), Carlos do Carmo (1939-2021) dizia que o seu canto reunia "a reza e o pregão", coisas raras numa única voz, e que estavam na própria essência do Fado.

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

António de Noronha - A Sorte do Cavaleiro


Para relembrar um ex-colega de profissão, e conhecido que foi próximo de amigo. Homem bom e simples.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Carlos Ramos (1907-1969), por exemplo

 

O vídeo é pimba e de mau gosto, mas o fado, cantado pela primeira vez por Estevão Amarante (1894-1951), em 1916, e recriado depois por Carlos Ramos, até tem a sua graça...

sexta-feira, 17 de setembro de 2021

domingo, 29 de novembro de 2020

Lume


A nova geração de fadistas, normal e felizmente, dispensa aquela forma sacrificial e antiga de cantar, os rictos expressivos de um quase  caricato sofrimento, os excessos faciais, em suma. Bato palmas a esta forma natural de actuar. Mas também gostaria de chamar a atenção para alguns autores de letras muito originais e interessantes. Os versos de Manuela de Freitas (1940), por exemplo, fazem toda a diferença. E Camané (1967), afortunadamente, tem vários fados com palavras dela - este é um deles.

domingo, 1 de novembro de 2020

Interlúdio 77


Um fado singular, de Carlos Leitão, para o final deste Domingo.