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terça-feira, 16 de novembro de 2021

Ora, adivinhem lá...

 

Sempre que vejo a imagem matreira do pimp criador do Facebook, o seu rosto faz-me lembrar, pelas feições toscas, mal paridas e mal ajustadas, o monstro Frankenstein da ficção. Não fora tão inchada, esta imagem, acima, de uma raiz de vegetal poderia aparentar-se com a caricatura do multimilionário marcano e chupista...
Sabem de que vegetal se trata?

quarta-feira, 8 de julho de 2015

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O linquedim e o feicebuque


Se penso que cada ser humano mantém e é permeável a um tipo, específico, de ingenuidade, ao longo de toda a sua vida, já tive ocasião de perceber que a minha fraqueza e debilidade se acentua, sobretudo, em relação a novas tecnologias. Por isso me aconselho e me defendo, através da opinião de quem sabe e as domina, com frieza e racionalidade.
Acontece que, ultimamente, recebi vários convites sedutores para integrar quer o feicebuque, quer o parente pobre, irmão mais novo, que dá pelo nome de linquedim. Lisongeado, fiquei na dúvida e, pela incerteza, resolvi aconselhar-me com especialistas fiáveis que dominam, ou conhecem, estas sociedades secretas, talvez um pouco - e digo-o, suburbanamente - acarneiradas.
Questionado, perante a minha indecisão metafísica, um deles disse-me, mais ou menos: ó pá, dá para entreter... Já fui, já desisti, e já voltei. Ficámos com muito mais amigos! Bué de gente gira, bastante ligeira, mas voluntariosa e de pensamento veloz...
O outro amigo, mais ponderado, sendo mais novo, mas talvez com maior experiência, exclamou: "Não te metas nisso! Isso é malta muito acelerada, que consegue dialogar com mais de 100 pessoas, por dia - dizendo raspas. É o zero sobre o nulo. E, se quiseres sair, é pior que abandonar a CIA ou o MI 5.  E, ainda por cima, ficam-te com os dados todos..."
Confesso que fiquei perplexo. E, por precaução, fiquei de fora.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Maria vai com as outras...


Já evito ver telejornais: são idênticos, copiam-se entre si, transmitem, quase sempre, uma opinião igual,  politicamente correcta, dispensam a reflexão, inclinam à carneirada da praxe. Lembro-me de alguém, muito estimado, me dizer para classificar alguma pessoa, apoucada de raciocínio e personalidade: "...Fulano anda no mundo por ver andar os outros." Palavras que, hoje, considero sábias e pertinentes.
Porque o mimetismo, a cópia e o plágio, se sucedem numa vertigem irracional e acéfala. Conta apenas o sensacionalismo, a imagem exótica, o chavão mediático para uns quantos irem todos atrás, cegos e néscios. Vem isto a a propósito de alguém que descobriu, no Arpose, com um atraso de 10 meses (o poste foi colocado a 1 de Julho de 2011: "Retratos [2] : o Catitinha") algo que o deve ter excitado muito. De imediato pôs a indicação no Facebook e, em menos de 12 horas, as consultas já ultrapassam os 45 visitantes apalermados e sedentos da novidade serôdia. Até o Google, Big brother sempre atento, já cá veio ver o que se passava. Assim vai o mundo..., infelizmente.