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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Pinacoteca Pessoal 86


Há amores assim, irresistíveis e à primeira vista. Olhamos, ficamos conquistados e não há explicação, nem capacidade de resistência ao fascínio.
O meu Amigo, quando chegou a nossa casa, abriu o "saco" - como faz habitualmente - e mostrou os livros que comprara, havia pouco tempo, no alfarrabista da nossa preferência. Comecei a folheá-los. Um dos livros, com iconografia belíssima, reproduzia quadros sobre cafés europeus, e fora editado em França. Por lá andava, também, Pessoa, Pomar e Lisboa, mas eu fiquei seduzido, de imediato, por esta tela (85 por 91 cm.) de Félix Valloton (1865-1925), pintada em 1909. Tem por título Au Café (Le provincial) e pertence a uma colecção particular.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Modos de ler


A fazer fé num texto a que tive acesso, recentemente, a leitura, mesmo quando individual, e até por volta do século IX, fazia-se em voz alta, motivando por isso inflexões de voz e pausas marcadas correspondentes à pontuação do texto. 
Sobretudo com a invenção da Imprensa, a leitura foi sendo, cada vez mais, um acto silencioso e intimista, além de individual. Apenas o movimento dos olhos e, nalguns casos, dos lábios indicia, para o observador, a actividade cerebral de quem lê.
As novas tecnologias vieram introduzir, mais recentemente, uma nova forma de leitura, com implicações, porventura singulares mas que, para já, desconhecemos na totalidade da sua extensão.