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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Das fábulas


Dos animais fabulosos, sempre distingui o Unicórnio como o meu preferido. Segundo J. L. Borges, a primeira referência a ele, terá sido feita na Grécia, muito embora a sua lenda possa ter tido origem na Índia e, através da Pérsia, tenha passado à Europa. Santo Isidoro de Sevilha também o menciona, bem como alguns bestiários da Idade Média. Do renascentista Leonardo da Vinci até ao psiquiatra suiço Carl Jung, o Unicórnio foi fazendo carreira e mexendo com a imaginação humana.
Eu sempre achei que ele tinha alguma coisa a ver com o Nerval (ou Narval), em parentesco, embora muito mais elegante, na sua conformação equestre e não marinha. Mas o Narval existe mesmo...


sábado, 6 de outubro de 2012

Os animais falantes e "musicantes"

Os fabulistas (Esopo, Lafontaine, Curvo Semedo...) usaram um horizonte alargado de animais falantes, desde os aéreos aos terrestres e aquáticos. Os compositores, no entanto, parece-me que privilegiaram as aves, nas suas composições musicais. Lembrei-me disso quando coloquei, no poste anterior, a peça musical de Rameau, "A Galinha (La Poule)", numa execução magistral de Grigory Sokolov (1950).
Mas, já antes de Rameau, Josquin des Prez tinha composto a deliciosa canção "El Grillo è buon cantore" (no Arpose, a 30/5/2010) ou Daquin a pequena peça "O Cuco". E de alguns outros me lembro, embora, com toda a certeza, a lista irá muito incompleta:
- Tchakovsky - "O Lago dos Cisnes"
- Rimsky- Korsakov - "O voo do moscardo"
- Rossini - "Dueto dos Gatos"
- Saint-Saëns - "O Carnaval dos Animais"
- Prokofiev - "Pedro e o Lobo"
- Pablo Casals - "Cant dels Ocells"
- Hovhaness - "And God created the great Whales".