Mostrar mensagens com a etiqueta Eunice Muñoz. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eunice Muñoz. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Desabafo (54)


É conhecida, e antiga, a frase que os aristocratas diziam para os criados e usavam para prevenir a chegada dos artistas aos seus palacetes de antanho, para lá ir actuar: "Guardem as pratas, que vêm aí os cómicos!"
Há por aí, agora, umas boas almas puristas e escandalizadas com as posições políticas tomadas por Regina Duarte, no Brasil. Esquecem-se, por exemplo, da leviandade ideológica de Eunice Muñoz, por cá que, de algum modo, seguiu artisticamente Zita Seabra, no seu apego à múmia de Boliqueime.
Artistas, cómicos, agentes culturais, como quase sempre viveram mal, gostam muito de lentilhas...

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Retro (97)


Têm normalmente vida breve, os programas de cinema ou teatro, servindo fugazmente uma temporada. Por razões subjectivas ou esquecimento, às vezes, acontece que sobrevivem e surpreendem quem os conservou. Foi o que aconteceu, com estes dois programas, que correspondem a espectáculos memoráveis, a que assisti, no Teatro de D. Maria II.



Referem-se a representações de grande qualidade, com um elenco de luxo. O primeiro, encarte de cartolina com 3 faces, refere-se à peça Virginia (1985), de Edna O'Brien, e contou com um desempenho brilhante de Carmen Dolores (1924), na protagonista. O segundo é quase um livrinho, de 60 páginas, contextualizando a Mãe Coragem... (1986), de Brecht, interpretada por Eunice Muñoz (1928).
Aqui ficam as imagens, para recordar duas grandes actrizes portuguesas, felizmente, ainda vivas.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015