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domingo, 18 de maio de 2025

Desencanto


Creio que nunca votei, como hoje, com tanto fastio e falta de entusiasmo, nestes 56 anos de eleitor que já levo. E em que apenas falhei uma vez, às europeias, nos anos 80, por estar acamado e com febre.
Fi-lo com sacrifício e apenas com o sentido do dever cívico e, ilusoriamente, como se pensasse que o meu voto iria evitar que o estado de coisas descambasse ainda mais, em Portugal.
Quem diria, depois do 25 de Abril, com os achegas chungas !?...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Ideias Fixas 66

Com tantos comentadores e comentadoras, que vão ter uns dias enormes de conversas da treta, com tantas comentadeiras e comentadeiros a mandar bocas de bancada nos blogues, por falta de melhor e mais imaginativo assunto, será que um fabiano mais, no Arpose, valeria a pena ainda dizer uns dislates aparvalhados para o pagode? Acho que não. Ou então, como diz o povo: "Mais vale só do que mal acompanhado."
E não há emenda, lá acabei por dizer. Que S. Jerónimo, o das trovoadas, me perdoe!...

domingo, 6 de outubro de 2019

Os matrecos


Voto desde 1969, há 50 anos, portanto. Apenas falhei umas Europeias, por estar doente e acamado.
Estou à vontade, por isso, para me insurgir com a enormidade percentual (44/49%) da abstenção nestas eleições portuguesas legislativas de hoje. Com 21 opções possíveis, estas criaturas que não votam não podem ser tratadas com delicadeza, mas como marginais da vida pública. Autênticos matrecos, ou na feliz expressão de alguém, que eu conheci: gentinha que anda na vida por ver andar os outros.
Embora eu não advogue o voto obrigatório, como na Bélgica, estas criaturas só me merecem desprezo.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Antes da sagrada reflexão

Em alternativa para este vídeo, proponho duas legendas finais:
a) O Povo é sereno! (Almirante Pinheiro de Azevedo).
b) O fado é que induca, o futebol é que instrói e Fátima, sempre! (Anónimo).


com grato reconhecimento a A. E. N..

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Os mortos não votam


É o que penso: quem não participa, é porque já está morto, e apodrecendo. Seja como for, seja em quem for, votar é uma forma de estar vivo, de marcar posição, de expressar a sua vontade, ou o seu desagrado. Quem não vota, é porque é comodista e já não existe, em e para Portugal - ou está, definitivamente, morto. Por isso, a 6 de Junho de 2011, ficará ou deverá ficar calado, amorfo e inerte como esteve a 5 de Junho, domingo de eleições legislativas. E estes pesos mortos,  não interessam ao futuro de Portugal.