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quinta-feira, 9 de junho de 2022

Do proboscídeo



É um pequeno opúsculo de apenas 12 páginas e custou-me 5 euros. Separata da revista "Ocidente", o texto do reputado musicólogo Mário de Sampayo Ribeiro (1898-1966) deu-me a conhecer o vocábulo olifante, como sendo uma trompa decorada, feita de uma presa de marfim de um elefante. O Houaiss regista: "corneta, de uso na Idade Média, feita de um dente de elefante".

Em jeito de bónus o folheto trazia, no seu interior


, um pequeno cartão com dedicatória de Sampayo Ribeiro ao director do museu regional de Aveiro, A. Manuel Gonçalves.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Adagiário XCX : provérbio italiano


"Quando os elefantes combatem é sempre a erva a ficar esmagada."

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Coisas de peso


Lembro-me que, na minha já remota juventude, uma das coisas que se aconselhava a quem fosse para a tropa era: tentar passar despercebido e nunca se oferecer, como voluntário, para nada.
Ultimamente, tenho reparado que as publicações estrangeiras, quando falam da crise e dos problemas da zona euro, referem sempre a Grécia, a Espanha, às vezes, a Irlanda e a Itália, mas esquecem, sistematicamente, Portugal. E ainda bem... Porque "andar nas bocas do mundo" só faz aumentar os juros da dívida que vamos pagando aos usurários.
A Alemanha, hoje, chegou-se, uma vez mais, à frente, com 2 notícias de peso:
- nasceu um elefante no Jardim Zoológico de Colónia;
- a agência de ratos Moody's desclassificou a nota de nada menos do que 17 bancos alemães.
Já lá dizia o nosso Camões, para continuarmos em metáfora zoológica: "Perdigão perdeu a pena/ não há mal que lhe não venha..."

sábado, 7 de agosto de 2010

Curiosidades 13 : Singularidades animais





É muito raro eu comprar revistas, mas, há dias, para ler e ocupar o tempo, sucedeu que adquiri a revista "Sábado" (nº326). A revista fazia referência (pgs.94/96) à saída do "Livro da Ignorância sobre o Mundo Animal", da Casa das Letras. Com a devida vénia, vou trancrever as particularidades de 3 dos dezasseis animais abordados no magazine: o albatroz, o elefante e o pombo. O livro, por sua vez, abarca singularidades específicas de um universo de 100 animais.

1. Albatroz - Voa maiores distâncias e durante mais tempo do que qualquer outra ave. Consegue planar durante seis dias sem bater as asas, dorme enquanto voa (para isso desliga metade do cérebro de cada vez) e pode manter-se no ar durante 10 anos (o albatroz-viajeiro só pousa para se reproduzir). Quando encontra parceiro, acasala para toda a vida e desenvolve uma linguagem corporal única de cumprimento após longas separações.
2. Elefante - As suas enormes orelhas desenvolveram-se para impedir que morresse, literalmente, de calor: o fluxo de ar que produzem reduz a temperatura do corpo em cinco graus. Para não se ajoelhar para beber desenvolveu um nariz de dois metros, capaz de sugar quatro litros de água de uma vez. Não é capaz de correr (para isso os pés têm de deixar o chão todos ao mesmo tempo), mas usa as patas para ouvir, captando frequências muito baixas de elefantes que podem estar a 10 quilómetros.
3. Pombo - Processa a informação visual três vezes mais depressa que o ser humano. Se visse um filme, 24 fotogramas por segundo parecer-lhe-iam uma apresentação de slides: precisariam de pelo menos 75 para terem a ilusão de movimento. É por isso que os pombos parecem esperar sempre até ao último instante para saírem da frente dos carros - para eles tudo parece mais lento. Porque não conseguem mover os olhos, quando andam movem a cabeça para a frente e para trás a fim de manterem a focagem visual.