Tão alva como a grande poeira branca em que se move,
Silenciosa como as neves polares,
A coruja atravessa a solidão do inverno
Sobre as placas de gelo flutuantes;
E as mais pequenas criaturas por quem passa
Ficam entorpecidas num brilho de terror
Quando o bico voraz ou o impacto da garra
Se aproxima.