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terça-feira, 22 de abril de 2025

Pinacoteca Pessoal 212

 





Integrado na escola romântica, o pintor inglês James Webb (1825-1895) vinha de uma família de artistas - quer o pai, quer o irmão se dedicaram também à pintura. Notável paisagista, quanto a temáticas, o seu gosto por marinhas faz-se notar nas obras que estão representadas no Museu Victoria e Albert, bem como na Tate Gallery.


Mas também há quadros seus no estrangeiro, como por exemplo esta fortaleza de Ehrenbreitstein, algo idealizada, que se guarda no Mittelrhein-Museum de Coblença.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Uma ilha citadina, por entre o Reno e o Mosela


Oberwerth é uma espécie de Mouchao (adicionar o til, por cima do "a"), à moda da Alemanha. Ou seja, é uma ilha, na cidade de Koblenz, no meio do Reno, já depois deste rio ter absorvido o Mosela, após o singular triangulo do Deutsches Eck, donde também se pode ver a pesada Festung (Fortaleza) do Ehrenbreitstein. Por lá dormi uma noite, na existente Pousada de Juventude, da altura, num Agosto dos meus ainda verdes anos.



Oberwerth é uma ilha fluvial tranquila, com pouco comércio, muito arborizada e com uma fauna, sobretudo aves, bastante diversificada. É uma zona residencial, por excelencia.
Quando, pela primeira vez (1963) estive no Deutsches Eck, os dois rios reunidos podiam distinguir-se, perfeitamente, pelas suas cores diferentes, ao longo do horizonte visível.
Hoje, infelizmente, tem a mesma cor. Poluida, embora pouco.

Mas será em Oberwerth que o Ganso Assado constituirá o prato forte do nosso Natal familiar, a 25/12/2017, acompanhado por um vinho tinto de Baden, de que já experimentámos a boa qualidade...
Bom Natal, a todos, seja com peru ou bacalhau!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

As várias noites europeias


Achei franca e avaramente iluminadas as estradas alemãs, de noite. As vias belgas, um pouco melhor.
Mas, agora, ao ver ao longe e de noite, a colina de Palmela e o seu castelo, iluminados, parece-me ver um brasido, uma espécie de rescaldo de incêndio, com pequenos focos de luz forte que se derramam e prolongam até à beira-rio.
Nem o Ehrenbreitstein, quando rodeamos Coblença, estava assim iluminado. Uma diferença enorme, em suma, que me faz pensar que os povos iluminam as suas noites, na proporção quantitativa da luz que recebem durante o dia. Porque, realmente, a luminosidade belga e alemã, dos dias de Novembro, era muito rala e tímida. E o Sol raramente aparecia.
O pior são os custos energéticos...

sábado, 3 de dezembro de 2011

Nem tudo são rosas, para os alemães...


Fora algumas dores de cabeça e vergonha que a Sra. Merkel provoca nos alemães mais esclarecidos e democráticos, perante as suas atitudes rígidas e rusticamente reprováveis em relação à UE, nem tudo são rosas na vida dos alemães, hoje em dia. Só dos seus rendimentos, são-lhes retirados todos os meses, 5%, por causa do contributo para tornar a ex-RDA comparável à ex-RFA, depois da Queda do Muro de Berlim. E isto, até 2020, pelo menos. Mas, depois, ainda há mais agruras inesperadas...
Nos últimos dias (alterações climáticas?), o Reno corre com caudais mínimos e obrigou a restrições no transporte fluvial. Mais: deixou a descoberto uma bomba de grandes dimensões, no rio, não activada e lançada pelos Aliados no final da II Grande Guerra, junto a Coblença. Investigações recentes, localizaram, junto a esta, uma outra bomba mais pequena, mas potencialmente mais perigosa, no fundo do Reno, também inactivada, ainda.
Assim, amanhã domingo, 4 de Dezembro, cerca de metade (45.000 habitantes) da  população de Koblenz será evacuada de suas casas para o Ehrenbreitstein, para Escolas, e Edíficios Públicos de maior dimensão, para que estas 2 bombas possam ser retiradas e desactivadas, em segurança, por entidades competentes. Não bastava a Sra. Merkel, para os alemães ainda terem de arcar com as sequelas e consequências velhas do nazismo. Nem tudo são rosas...