Mostrar mensagens com a etiqueta Edmundo de Amicis. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Edmundo de Amicis. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Em geminação e complemento



Este livro de Edmundo de Amicis (1846-1908), "Coração", já foi objecto de um poste, aqui no Blogue ("Leituras Antigas III", em 9 de Junho de 2010). Justifica-se o seu regresso, ou 2ª via, por geminação e complemento, de um poste do Prosimetron, hoje, colocado por MR. E ainda porque esta edição não consta das mostradas no Prosimetron, e ser mais antiga. Li o livro por volta dos meus 10 anos, e ainda está comigo, embora em sofrível estado de conservação, porque o papel é de fraca qualidade. Terá sido editado nos anos 30 ou, quando muito, logo no início dos anos 40. E terá tido uma edição ainda mais antiga, pois o frontispício refere: "Nova Edição Revista". Foi impresso pela Emprêsa Literária Universal (15, Rua da Hera, 17 - Lisboa), pertencendo a tradução do italiano a V. de Magalhães.
A obra era um livro de referência, muito conhecido e agradabilíssimo de ler. Era recomendado para a juventude pelo aspecto formativo e de exemplo de princípios e carácter. Sei que o li com a comoção desses anos tenros, e que me fez bem. É louvável que tenha sido reeditado - como MR refere. Oxalá muitos jovens o leiam, porque a ausência de exemplos reais a seguir, poderá ser substituída, em parte, pela ficção, nestes tempos de  poucos  princípios e, menos ainda, de figuras de carácter nobre que Edmundo de Amicis tão abundantemente destaca nas páginas de "Coração".

para MR.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Leituras Antigas III : "Coração" e "Falam os Animais"




A leitura destes dois livros está separada, no tempo, por cerca de 4 anos. O volume "Falam os Animais" (da colecção Milflores), escrito por Salomé de Almeida (1893- ?), está ainda com marca de posse, em meu nome, manuscrita por minha Mãe - ainda eu não sabia ler. "Coração" de Edmundo de Amicis (1846-1908), traduzido por V. de Magalhães, li-o por volta dos dez anos de idade: e gostei muito. Para ser justo, deveria juntar-lhes, talvez, "A Pátria Portuguesa" de Júlio Dantas (1876-1962) que representa, para mim, a mesma memória agradável de leitura. Embora Júlio Dantas seja mais apologético do que Edmundo de Amicis.
Quer "Falam os Animais", quer "Coração" foram editados pela Empresa Literária Universal (15, Rua da Hera, 17 - Lisboa). Creio que datam de finais dos anos 30. E, curiosamente, utilizam, nas capas, as flores como motivo de fundo.


P.S.: Para MR, que primeiro falou de "Coração", no Prosimetron.