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sábado, 13 de abril de 2013

Apontamentos 6: Negócios da China



Por acaso, não tenho nada contra pessoas que ganhem o seu dinheiro, honestamente. Não suporto, contudo, os patrões da "nova escravatura", para quem o actual salário mínimo devia baixar, nem os famigerados "CEO's", como o da imagem. Com os exemplos citados, Mexias e Catrogas, já ficamos a saber para onde foi o aumento na factura da electricidade e qual foi a recompensa do negócio da China.
Sendo co-responsáveis pelo empobrecimento do país, pergunta-se, no entanto, o que faz o Estado - uma suposta pessoa de bem - para proteger o cidadão de semelhante quadrilha ?

Post de HMJ

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Contribuição para a crise: ...

... eliminem-se as "gorduras do Estado" - como dizia o Sr. Catroga.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Para que conste


Quem vê este ex-homem-dourado Sachs, em 2010, nesta entrevista à BBC, e o vê agora, que entrou pela porta de lado ou de serviço do Governo, pode comprovar, pela sua magreza, que seguiu o conselho de Catroga: perdeu as "gorduras do estado", fisicamente. Estará doente, fragilizado, diminuído? Se for o caso, ainda será mais perigoso para o nosso País. Porém, continua de cabelo oxigenado e não será por falta de comida que emagreceu, porque "senta-se à mesa" de Soares dos Santos (Pingo Doce), e deve ter uma dose bem reforçada.
P. S. : já agora, o que serão sophisticated investers?

terça-feira, 3 de maio de 2011

"Inconcluso desejo no limiar do transe"



O título que encima este poste não é meu, felizmente. Pertence a um plumitivo que, nos anos 90, assim intitulou um seu artigo de análise crítica, num defunto jornal literário. Usei-o, para não o esquecer, mas é, no meu entender excessivamente barroco, de mau gosto estético embora, quiçá!, possa ter alguma intenção erótica da parte do seu autor literato...isto, há gente para tudo, nestas coisas da literatura. Mas não é de literatura que eu queria falar, vamos, mas é, ao discurso: - Não percebo, hoje em dia, esta pressa política em comentar ou contraditar, de imediato e para os media, qualquer declaração do Governo. A prestação televisiva, cerca das 20,45 hrs., do Primeiro-ministro, que tinha a seu lado um Teixeira dos Santos patibular, para anunciar (parcialmente) o acordo com a Troika, mereceu incontinentemente e 10 minutos depois, uma declaração de Eduardo Catroga (pessoa, aliás, que respeito), pelo PSD, que foi, no mínimo, gaguejante, atabalhoada e infeliz. Seguiu-se, qual serial-killer, o comentário metralhado de Francisco Louçã. Assunção Cristas, do CDS, como teve mais tempo, foi também mais ponderada, prudente e medida. Porque que é que esta gente não pensa, antes de falar? E escolhe, friamente os argumentos explicando, claramente, as razões? Curiosamente, não ouvi nenhuma declaração do PCP. Ou se guardou para o fim sabiamente ou preferiu pensar antes, para falar de depois. Não é impunemente que se tem a honra de ser o mais antigo partido político da democracia portuguesa. 90 anos sempre dão alguma sageza...