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quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Certificação


É simples, de comprovar.
Se um filme sério, numa cena dramática, me faz rir, compreendo que estou frente a um exemplar tipo-Ed Wood (1924-1978). Quero eu dizer: uma película com canastrões de terceira ordem (da categoria de Schwarznegger, Seagal, Stallone, Stiller, van Damme...) no desempenho, e produzido por um relizador medíocre.

quarta-feira, 15 de junho de 2022

Desabafo (68)

É com particular emoção que todos os dias vejo algumas instituições da Net proclamar  solene e acrisoladamente o desvelo com que se preocupam com a nossa privacidade e segurança. Ele é o Google, o pimp do Zuckerberg marcano (cujo rosto me lembra sempre aqueles franquenesteins foleiros dos filmes do Ed Wood), ele é o Youtube, o Gmail e toda essa tropa fandanga que nos visita e nós visitamos, às vezes.

É tudo no entanto uma floresta de enganos e de farisaísmo. Ainda hoje, na minha caixa de Gmail, sem que eu desse o meu código ou password me apareceram mensagens de publicidade das seguintes marcas:

- Worten
- Meo com Visão
- Google Ads
- italki
- CUF
- Galp Solar.

Não me dirão como é que estas toupeiras chegaram ao meu email?

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Ratos, coca e álcool



De há uns tempos a esta parte, tenho acompanhado com alguma atenção as breves aparições dos rostos e figuras dos elementos das Agências de ratos (rating agencies), quer nas televisões, quer em declarações a jornais. Desde o inefável Tomás António da Moody´s, muito loiro e frio, até outros rapazes, menos conhecidos. Mas reparei também que todos tinham uma coisa em comum: uma palidez sobrenatural, um tom álgido crepuscular e umas feições que pareciam vir, directamente, dos filmes de Ed Wood. Aparentavam também ser pouco saudáveis e, talvez, anoréxicos - alguns, até se notava, que deviam ser rapazes muito tristes. Possivelmente, teriam tido infâncias infelizes, traumas na adolescência ou então, pensava eu, seria de passarem muito tempo, fechados, nos gabinetes, sem verem a luz do dia, nem respirarem o ar livre da vida.

Mas no domingo, 24/4/2011, ao ler a revista do jornal "Público", chegou-me a resposta às minhas dúvidas e inquietações. Pela palavra escrita da estimada actriz São José Lapa, que refere Paul Krugman, a propósito das diferenças entre homens e mulheres, e o seu trabalho nas "rating agencies". Aqui vai a citação dessa parte do artigo, retirada da pg. 51, da revista dominical Pública: "...Elas não se metem tanto na coca como os meninos das agências de rating. O economista Paul Krugman diz que eles são um bando de jovens entre os 20 e 30 anos, alcoolizados e com quilómetros de coca. Elas tendem a não ter o mesmo trajecto, vêem que as coisas são de outra qualidade. ..."

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Ed Wood (para ms, muito em particular)

Edward Davis Wood, Jr (1924-1978), realizador americano, mais conhecido por Ed Wood fez mais de 20 filmes de terror e ficção científica. As suas obras, com deficientes e inverosímeis efeitos especiais, tinham um aspecto profundamente naïf. Mas o realizador tem uma coorte de indefectíveis fãs, cultores do que se chama: trash movies. Tim Burton, em 1994, produziu um filme, com o nome do realizador, interpretado por Johnny Depp.

Ed Wood morreu a 10 de Dezembro de 1978.