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domingo, 12 de agosto de 2018

Fulanos & Comandita, S. A.


Sou muito céptico em relação a projectos e trabalhos de grupo. Nas equipas portuguesas, há sempre um par de madraços, que se limita a ver os outros trabalhar. Desde o meu tempo de Liceu que vejo isto. Na Faculdade, era o mesmo. Até na minha vida profissional, quando havia grupos de trabalho com determinado objectivo, só cerca de 20% é que vergavam a mola, porque os restantes 80%, estavam ali para mandar bocas e recomendar umas minudências perfeccionistas e adamadas, q. b. Assim também acontece, como tenho observado, com alguns blogues que, nominalmente, têm vários colaboradores inscritos.
Há que lembrar, no entanto, o que a vida real e empresarial nos ensina. Habitualmente, há os sócios capitalistas, e os sócios trabalhadores. Só me pergunto: e para quem vão os dividendos?...

para MR, de forma oblíqua...

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Ascensão e queda


Dei-me conta, há dias, que das três empresas privadas onde trabalhei, durante a minha vida activa profissional, nenhuma delas sobrevivera, independente, tendo sido engolidas por outras, em qualquer dos casos, maiores.
Na última delas, onde laborei 28 anos, tive até oportunidade de presenciar a sua ascensão (1984) e o princípio do seu declínio que começou em 1995, até que foi comprada e absorvida por outra, em 2015, já eu lá não estava, felizmente.
E encontrei razões e similitudes nos três processos. Bem como causas maiores: inveja e gula. Que, como se sabe, na mitologia cristã, são pecados capitais. Ou do capitalismo?