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terça-feira, 29 de abril de 2025

Osmose 143

 

Mais de 12 horas para a EDP repor a energia, a nível nacional. Entretanto, nem sequer a Protecção Civil, tão solícita em dar sempre notícias aterradoras, nem a pópria REN foram capazes de dar informações aos utentes sobre o que se estava a passar. Mas que grandes serviços inúteis!...
Este apagão eléctrico e ibérico foi o maior de toda a minha, já longa, vida. E fez-me lembrar, pela impotência demorada na resolução do problema, os inícios da entrada da informática na banca nacional e quando nos diziam, taxativos: "Não há sistema!", para justificar a falta de serviço e trabalho.
Não há dúvida que as novas tecnologias têm os seus enormes calcanhares de Aquiles. E nem a tão apregoada  e gabada IA , neste particular concreto,  valeu à EDP de algum préstimo.

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Lembrete 70



Já saiu o número 18. O tema dicotómico Cidade/Campo presta-se a interessantes reflexões e promete. Veremos se estará à altura das expectativas do leitor.

P.S.: a escolha para a capa de uma tela de João Hogan (1914-1988), pareceu-me uma bela opção.

terça-feira, 13 de julho de 2021

À venda



O número de Verão, o 13, da Electra já saiu e o dossiê é aliciante - A Comida. Os temas de gastronomia são abordados por colaboradores conhecidos e de qualidade. Aqui deixo a informação a quem aprouver.

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Lembrete 82

 


Ia deixando passar a saída da Electra da Primavera de 2021... mas dei por ela hoje, e comprei-a, na Livraria da Travessa. O dossiê principal é sobre a Curiosidade. Que pode bem ser uma temática fascinante.



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Lembrete 80



Como vai sendo habitual, cá venho dar notícia da saída do número 11 da revista Electra. Cuja temática predominante é dedicada à Fama, sob as suas diversas formas. 

domingo, 20 de dezembro de 2020

Sobre o Trabalho

 


Trabalho, na sua forma alargada e inclusiva, é a temática da revista Electra (10) de Outono, acabada de sair. Com a qualidade gráfica a que nos habituou. Sobre os textos, é cedo para me pronunciar...

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Lembrete 75


Previamente anunciado o adiamento de saída, por causa da pandemia (?), para Junho de 2020, surgiu agora, à venda nas bancas, o número 9 da revista Electra. O tema é a velocidade. A quem possa interessar.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

De Inverno, o nº 8


Com a grande qualidade gráfica a que nos habituou, saiu recentemente o oitavo número da revista Electra. O núcleo duro desta edição aborda  a Memória e o Esquecimento, temas que me são caros e que, previsivelmente, serão tratados com a competência devida, por quem de direito.



sábado, 13 de abril de 2013

Apontamentos 6: Negócios da China



Por acaso, não tenho nada contra pessoas que ganhem o seu dinheiro, honestamente. Não suporto, contudo, os patrões da "nova escravatura", para quem o actual salário mínimo devia baixar, nem os famigerados "CEO's", como o da imagem. Com os exemplos citados, Mexias e Catrogas, já ficamos a saber para onde foi o aumento na factura da electricidade e qual foi a recompensa do negócio da China.
Sendo co-responsáveis pelo empobrecimento do país, pergunta-se, no entanto, o que faz o Estado - uma suposta pessoa de bem - para proteger o cidadão de semelhante quadrilha ?

Post de HMJ

terça-feira, 27 de março de 2012

EDP - Aviso de Insegurança

Segundo a máxima: "quem te avisa, teu amigo é", lanço um aviso de insegurança relativamente ao serviço - "competentíssimo" - da edp.pt, designadamente o envio de facturas electrónicas.
Sucede que o envio vem acompanhado de um vírus informático "Trojan horse". Além disso, o e-mail do portal do cliente devolve as queixas, vão para o lixo do "mailer do demónio" e a página principal do Senhor Mexia está inacessível !
Ora, para quem ganha 300,00 euros/hora, como parece que o dito senhor recebe, o preço de mercado está mal calculado em virtude da insegurança dos serviços prestados. Basta dizer que, até hoje, foi o primeiro "cavalo de Tróia" informático que me ameaçou, vindo directamente de uma empresa de referência (!).
Como nota final, sublinho que não tenho inveja dos "patacos". Tenho, isso sim, uma enorme estima por todos aqueles que se dedicam ao progresso da Humanidade e desejo que se lhes reconheça o devido valor.
Com efeito, não costumo confundir o "preço de mercado" de determinadas criaturas com valores e princípios. Talvez por isso considero obsceno o preço de 300,00/hora pago a um Mexia ou qualquer outro basbaque, sobretudo quando invadem o meu espaço em nome de um "serviço" que, afinal, é uma ameaça no sentido mais lato.
Post de HMJ

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Ponto de situação


Eis o ponto de situação, sucintamente:
a) as agências de ratos continuam a fatiar a CEE, roendo gradualmente, um a um, os países para destruir o euro. Os líderes (?) europeus, refastelados, continuam a dormitar, sossegadamente...
b) em Portugal, foi hoje assinado o acordo de concertação social. Eu chamar-lhe-ia de "desconcertação". A CGTP, avisadamente, não o subscreveu. O eng. Proença assinou. Estamos praticamente com leis de trabalho do período post-primavera marcelista. E "riase la gente", como dizia Gongora...
c) O sr. Alexandre ganhou um prémio da revista "Exame", pela excelência do seu "sítio do costume". Os seus assalariados guarda-costas intelectuais, engajados, Raspoutine Barreto e poeta Moura, devem bater palmas...
d) O sr. Belmiro engendrou uma negociata continental com a EDP para, estrategicamente, os clientes de energia, portugueses, que teriam custos controlados até 2015, se assinarem o novo contrato, os perderem em 2013. Os chineses, disfarçadamente, devem estar a rir-se, e o cego pagode luso deve estar a babar-se com a caridade capitalista dos 10% de desconto, assinando freneticamente os novos contratos...
e) Os "Indignados", como eu tinha previsto, deixaram de se fazer ouvir e não têm sido notícia. Nem já aparecem nos telejornais, a fazer declarações. Não dão sinal de si. Devem ter recolhido a casa dos pais, por causa do frio deste Inverno. Ou, então, teriam passado à clandestinidade? Vamos ter fé, quando vier o sol da Primavera, eles desibernam... 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

As estratégias orientais


Agora que a China é o principal accionista de referência da EDP (com mais de 20%), não será dispiciendo conhecer algumas regras de conduta e estratégia sobre os métodos do chamado Império do Meio.
O jornal "Público" de ontem, domingo, dá conta de algumas indicações ainda em vigor, que Deng Xiaoping (1904-1997), na sua minúcia fria de nativo do signo da Virgem, prescreveu aos diplomatas chineses quando resolveu abrir a China ao capitalismo, na perspectiva de "um país, dois sistemas". Vou limar um pouco o texto do jornal cuja tradução me parece bastante macarrónica, por isso aqui vai sem as aspas canónicas:
Dizia Deng - observem com serenidade e protejam a vossa posição; tratem dos assuntos com ponderação, dissimulem as vossas capacidades e não se precipitem. Sejam cuidadosos na manutenção de um "low profile" e dissimulem a ambição; não reclamem nunca a liderança e não ponham as garras de fora (fim de citação).
Não posso deixar de me lembrar, na reportagem da assinatura do acordo, feita pela RTP1, daquele abraço apertado e longo, do Mexia, a um chinês, que parecia incomodado com aquele contacto carnal...Nem posso esquecer a gula com que Catroga tirou o primeiro croquete da bandeja do empregado...

Nota: em tempo, não entrem no logro do desconto de 10% EDP/ Continente, porque essa estratégia é para ludibriar os incautos. Cuidado!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Será o BdP uma "off-shore"?


Considero uma injustiça gritante e uma falta de sensibilidade social o corte parcial, no ano que passou, do subsídio de Natal a uma larga fatia de trabalhadores e reformados portugueses. Penso o mesmo em relação ao corte do subsídio de férias e de Natal, em 2012, sobretudo porque, entretanto e por exemplo o Governo aumentou o número de administradores na CGD (de 7 para 11, creio), bem como arranjou mais 5 novos administradores para a EDP, talvez para pagar em mordomias a estes senhoritos, os serviços anteriormente prestados por eles, aos partidos no Poder.
Mas há mais. Vem, hoje, nos jornais que o Banco de Portugal, este ano, vai manter o pagamento dos subsídios de férias e de Natal aos seus empregados... Então não comem todos? Ou será que o Banco de Portugal também é uma "off-shore"?

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Melancolias


Entre um puto que nos manda emigrar e um saloio estrangeirado que quer que o tratem pelo nome próprio, e fala um português gaguejante e mascavado, é difícil discernir alguma réstea de patriotismo, algum vestígio de pudor nacional a que se possa recorrer, como lenitivo a este Portugal descaracterizado, com pequenas bolsas de resistência activa no meio da abulia geral.
É um erro pensar-se que os "Vencidos da Vida" foi apenas a geração de Eça e Ramalho. O pequeno núcleo esclarecido de cada uma das gerações portuguesas, desde finais do séc. XIX, tem sido sempre, ou quase sempre, vencido por estes arrivistas do Poder, com a sua ganância pessoal, com a sua bajulice ao estrangeiro, com o seu deslumbramento pelo que vem de fora- capatazes por conta d'outrém- vergando a população ao servilismo e à "apagada e vil tristeza".
A China tirou hoje a sua desforra de Macau, comprando a EDP. Será isso o menos, porém, ou apenas o princípio. Venderão tudo a saldo para, no futuro e quando saírem do Poder, terem uma mordomia à espera para recompensa dos favores que prestaram.
Vem de fora, na paisagem, um nevoeiro sobre o rio, e as luzes parecem um incêndio de um navio que se afunda, à espera de um Turner que o registe para sempre. Uma ressaca melancólica inunda toda a esperança possível que ainda resta.

sábado, 18 de setembro de 2010

Quando a ignorância se torna atrevida ...

Sem pretender divagar sobre a evolução normal da língua que, frequentemente, é confundida com a ausência e/ou a falta de domínio de regras básicas, não resistimos e queremos denunciar o atrevimento implícito no folheto acima reproduzido.
Com efeito, o INE e a DGEG, como outras tantas entidades públicas com responsabilidades na defesa da língua, ignoram, certamente, as formas de tratamento em Português. Por isso, aconselha-se a consulta de um conhecido livrinho de Luís Lindley Cintra, Sobre "Formas de Tratamento" na Língua Portuguesa ou simplesmente a sua Nova Gramática do Português Contemporâneo, elaborado em colaboração com Celso Cunha.
Ao cidadão, ainda ciente das formas de tratamento em Português que respeitam a sua idade e condição social e que não aceita ser reduzido, impunemente, a essa categoria amorfa de "Você", assiste o "direito à indignação". Ao atrevimento da ordem implícita de "ponha/tenha" poderá sempre defender-se e não abrir a porta, evitando, assim, que semelhante "gente" lhe estraga a paz dos dias dentro das suas quatro paredes.
Post de HMJ

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Em Louvor e justificação

Este "post" peca por tardio. Há que destacar o nome de Mariana A. Machado dos Santos, autora do trabalho "Alexandre Herculano e a Biblioteca da Ajuda", inserto n'"O Instituto", donde extraí a carta do Historiador português que se reproduziu, antes. Estudo conscencioso, meticuloso e sério da competente investigadora que devo louvar, admirar e destacar, pelo seu profissionalismo exemplar.
P.S.: Sobre o atraso na publicação deste "post" complementar do anterior, há "que dar nome aos bois"(ou "boys"). Houve um apagão de mais de 2 horas (13,30/15,40 hrs...) que a EDP não soube colmatar ou resolver em tempo útil. Seria bom que o Sr. António Mexia, alto sonhador e gestor da nossa praça, se preocupasse um pouco mais com a eficácia da sua empresa. De que vale falar de inovação, quando nem de "mínimos" somos capazes...