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sábado, 3 de janeiro de 2026

Perguntar, não ofende (9)

 

Quem disse que a Suiça era um país seguro e os E. U. A. uma nação democrática?

sábado, 10 de maio de 2025

Ideias fixas 95

 

Agora, foi a vez da directora da Biblioteca do Congresso, Carla Hayden, ser despedida pelo ogre da Sala Oval, nos E. U. A.
E ainda há quem louve as excelências da democracia norte-americana!...
Tudo depende de quem a pratique.

sexta-feira, 11 de abril de 2025

Ideias fixas 94

 
Por sistema, evito referir a cúpula cáfila estadunidense actual. Seja como for, é dar-lhe publicidade à estupidez e irracionalidade cavernícola. E, três ou quatro gerações passadas, serão menos conhecidos ainda que o Bush jr.

quarta-feira, 19 de março de 2025

Uma fotografia, de vez em quando... (194)

 

Querendo vir a ser escritor, inicialmente, o norte-americano Walker Evans (1903-1975) acabou por se dedicar ao fotojornalismo, vindo, mais tarde a integrar um departamento estadual no consulado de Franklin D. Roosevelt.



As grandes proporções que tomou a Depressão de 1929 motivaram que uma boa parte dos profissionais se ocupassem a testemunhar as repercussões do flagelo. No caso de Walker Evans, focando a sua actividade, sobretudo, no território de Alabama e das suas populações, com grande pormenor.




domingo, 23 de julho de 2023

Uma fotografia, de vez em quando... (174)




Mais conhecido por Weegee, o fotógrafo Arthur H. Fellig (1899-1968) nasceu na Ucrânia, tendo-se fixado, a partir de 1914, com a família, nos E. U. A. Em 1935 passou a trabalhar como fotojornalista deixando um testemunho notável sobre a vida das grandes metrópoles, marcadas pela violência, mas também pelo seu lado miserável e, por vezes, insólito como esta foto (abaixo) de 1944.



quinta-feira, 9 de março de 2023

Ideias fixas 75


Essas luminárias catequistas, que andam por aí afanosamente a tentar reescrever a História (como se isso modificasse o passado...) e a policiar a linguagem de agora, como se de novos inquisidores investidos se tratassem, raramente dão pelo seu rídiculo e falta de racionalidade.
Alguma vez se terão apercebido da enorme incoerência de, nos Estados Unidos, por exemplo, se poder dizer black, mas não negro, e, em Portugal, não se dever usar preto, mas ser permitido e conveniente utilizar a palavra negro?
Não lembra ao diabo, esta cegueira mental destes puritanos de pacotilha...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Osmose 119

 


Temos talvez a veleidade ou, mais propriamente, a ingenuidade de pensar que as constituições democráticas asseguram os equilíbrios ou evitam os excessos e ameaças de ditaduras. Esquecemo-nos de recentes exemplos na Hungria ou na Polónia. Basta um energúmeno, que não respeite as regras democráticas, para que tudo se possa subverter.

Alguns pacóvios ou apátridas vendidos ou sonhadores, ainda agora, devem considerar os E. U. A. como terra da liberdade e promissão. Quanto a mim, e depois do que se passou ontem no Capitólio, no que diz respeito aos norte-americanos, estamos conversados...

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Recomendado : oitenta e sete


O já lido (316 de 496 páginas) permite-me algumas conclusões: é das correspondências publicadas de Jorge de Sena (1919-1978), aquela em que mais afloram as questões políticas, embora as de ordem literária também abundem. João Sarmento Pimentel (1888-1987) era um velho exilado republicano, no Brasil. E deste livro se depreende que foi um grande amigo de Jorge de Sena, bem como este correspondeu, da mesma forma ao velho capitão honrado. Muito haveria a destacar, mas para não ser excessivo limito-me a referir a carta de Sena (de 14 de Dezembro de 1965) ao chegar aos E. U. A., para Sarmento Pimentel, e que, não sendo a Nova do achamento de Vaz de Caminha, é um grande momento, de sempre, de toda a epistolografia portuguesa conhecida.
Ora, nesta silly season lusitana, em vez de nos dedicarmos a tantas miudezas inúteis, que por aí se publicam, mais valia lermos esta prosa límpida  de dois portugueses de lei e condição.
Que, naturalmente, recomendo.

sábado, 23 de maio de 2020

America, first!


Sempre conseguiram.
Há vários dias seguidos à frente no número dos infectados, por Covid 19.
Logo seguidos pelo Brasil, Rússia e U. K..

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Constatação


É triste constatar que a imensa maioria da humanidade, que chega ao meio da vida, tenha aprendido tão pouco. Google, Trump e Bolsonoro são bons exemplos extremos desta situação de nanismo. E o povão que elegeu os dois últimos bem pode ingressar na caudelaria, para sempre. Não vale a pena ter pena de não terem crescido um bocadinho mais. Pouco ia adiantar.
Amém.

domingo, 4 de novembro de 2018

Um cartaz brasileiro de propaganda, de 1932


Os símbolos repetem-se, muitas vezes adaptados a novas conjunturas. O cartaz brasileiro de 1932 destinava-se a despertar consciências para combater a ditadura de Getúlio Vargas (1882-1954). Mas inspira-se, flagrantemente, nos seus antecessores, inglês e norte-americano, que foram concebidos com motivos e razões distintas, para objectivos semelhantes.

sábado, 9 de junho de 2018

Ideias fixas 15


É célebre a conhecida frase: O que é bom para a General Motors é bom para os Estados Unidos. Não satisfeitos com isso, os norte-americanos, alargaram-na a um conceito, quase diria, universal. Qualquer coisa como: o que é bom para os Estados Unidos é bom para o Mundo...
Desde ontem que, quando abro o Youtube, me vem uma enxurrada de vídeos recomendados sobre o último suicida célebre que, por acaso, é norte-americano, embora de ascendência francesa. De imediato, eu apago os vídeos, e o Youtube recomenta que tomará boa nota da minha indicação.
Mas se, passadas 6 horas, eu voltar a abrir o canal, teimosa e obstinadamente, lá ele me volta a recomendar uma série de vídeos sobre o mesmo senhor.
Irra!

sexta-feira, 16 de março de 2018

Ideias fixas 12


Cada vez vejo, com mais inquietação, o tempo que se perde, em Portugal, com os E. U. A. e o seu títere. Ele são as damas pressurosas, os comentadores fastidiosos, os embaixadores aposentados, os políticos desocupados, os pobrezinhos dos jornalistas, os bloggers sem motivos (até eu, em suma, agora e aqui...), os clientes do Centrão nacional, essa tropa fandanga que anda por aí...
Dentro de 100 anos estaremos todos mortos (se não for antes), para quê tanto frenesi beato e obsequioso?
Irra!

domingo, 2 de julho de 2017

Uma fotografia, de vez em quando... (98)


Há quem se dedique à fotografia por entretenimento. Quem o faça profissionalmente, aliás, como em todas as artes. Com maior ou menor habilidade e sabedoria. Depois, os temas escolhidos: o retrato, sempre compensador, bem como a moda, ou a procura do insólito e bonitinho que, no fundo, pode ser apenas fútil.
A fotógrafa norte-americana Dorothea Lange (1895-1963), de ascendência alemã, escolheu ou foi escolhida pelos temas sociais e as classes desfavorecidas. Nos anos 30 foi encarregada de retratar os efeitos da Grande Depressão (1929). Humaníssimos instantâneos foram fixados, então, pelo seu olhar atento.
E, nos anos 40, veio a retratar os japoneses, nos campos de concentração americanos, após o ataque a Pearl Harbor, com a mesma preocupação humana.



Das fotos post-Grande Depressão, não há que esquecer a Mãe Migrante (1936), imagem emblemática e dramática de Florence Thompson, de 32 anos, que, já sem quaisquer meios e comida, ia alimentando os filhos com ervas rasteiras, e pouco mais. Muito embora, outras indeléveis fotografias de Dorothea Lange nos marquem, na memória, esses anos trágicos que passaram pela sua vida. E que ela não quis rasurar.



domingo, 4 de junho de 2017

Centralizando a questão


É sempre avisado desconfiar daqueles que, com cândida singeleza e puritanamente, se confessam apolíticos. Na maior parte dos casos, são meros Tartufos disfarçados. E, ainda mais, é preciso desconfiar dos que afirmam que não há já razão ideológica para a existência, em política, de Esquerda e de Direita. Esses, ou são pobres de espírito (e será deles, como diz o Novo Testamento, o reino dos céus...), ou escondem objectivos inconfessados de infiltragem insidiosa, para catequizarem e se insinuarem, com mais simpatia, no país aborígene dos ignorantes e inocentes.
Dito isto, eu penso que, em muitos aspectos, a Esquerda conserva, em si, alguns sentimentos de culpa em relação às questões essenciais do mundo, alguma incomodidade, e tem, muitas vezes, uma excessiva gentileza democrática para resolver com objectividade determinadas situações. Aí, normalmente, a Direita é menos subjectiva, mais rude, mas também mais eficaz. Por exemplo, a Guerra. Relembro a hesitação democrática de Mendès France, comparada com o realismo de De Gaulle (Argélia). Ou Kennedy e Johnson, democratas, em confronto com o pragmatismo de Nixon, republicano, que acabou com a guerra do Vietname.

sábado, 1 de abril de 2017

Conjunturas


Apesar dos esforços e campanha movida por Daniel da Ponte (1978) e Devin Nunes (1973), ambos senadores de origem familiar açoreana, a Administração norte-americana recusou-se, terminantemente, a excluir os Açores da lista dos 4 novos países, cujos cidadãos estarão interditados, a partir de amanhã, de viajar para os E. U. A., ou aí permanecer.
E tudo isto porque a família presidencial terá recebido um postal armadilhado em cujo verso apareciam imagens de um traje antigo da ilha de S. Miguel (Açores), que o Presidente norte-americano interpretou como sendo de burcas muçulmanas.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Um dito norte-americano


In God we trust; all others must pay cash.

(Confiamos em Deus; mas todos os outros têm de pagar em dinheiro.)

domingo, 18 de setembro de 2016

Filatelia CXV


O Bloco (filatélico), propriamente dito, aparece, pela primeira vez em 1923, emitido pelos correios do Luxemburgo. Destinava-se principalmente aos filatelistas, muito embora os selos pudessem ser destacados da folha ou no conjunto, que aliás em língua inglesa se denomina Miniature Sheet, e virem a ser usados como franquia postal em correspondência ou para envio de encomendas.
Os CTT emitem o primeiro Bloco português, em 1940, muito embora venha nele inscrita a data de 1939. Destinava-se a celebrar a Legião Portuguesa. Teve uma tiragem de apenas 10.000 exemplares e, sendo raro, tem hoje o valor mais alto dos blocos portugueses: 1.200,00 euros ( Catálogo Mundifil, 2016), novo e com goma íntegra, no verso.


Os Estados Unidos da América emitiram o seu primeiro Bloco em 1926, para comemorar a Exposição Filatélica Internacional de Nova Iorque. O Bloco em imagem, de 1947, que se mostra, é o oitavo na sequência cronológica, porque as emissões desta temática eram parcimoniosas e usadas apenas para difundir acontecimentos importantes ou datas históricas de relevo. Em cerca de 20 anos foram emitidos somente 8 Blocos pelos correios norte-americanos.



O Reino Unido, que sempre foi conservador na sua política de Correios, até tempos recentes - exemplo seguido por Portugal até 1976 -, emitiu o seu primeiro Bloco apenas em 1980, como se mostra. A partir dos anos 90, do século passado, políticas comerciais desenfreadas e oportunistas dos correios mundiais fizeram da emissão de Blocos não um acontecimento de celebração e excepção, mas um motivo de regra mercantil e lucro fácil, graças à conivência de muitos cegos e generosos, para não dizer perdulários, filatelistas. Assim se foram banalizando os Blocos...

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Curiosidades 45


Quando li a informação no último TLS, não fiquei surpreendido, porque tinha uma vaga ideia sobre o assunto. Sobretudo, em relação aos E. U. A.. Mas não deixa de ser significativo que 62% dos norte-americanos não possuam passaporte e, por isso, provavelmente nunca foram ao estrangeiro. Isto vai de par com os seus parcos conhecimentos sobre geografia...
Mas a Rússia ainda fica pior na fotografia: já que 80% dos nacionais também não têm passaporte, nem ultrapassaram nunca as fronteiras do seu país.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

As várias américas


A recente vaga de manifestações de protesto, nos Estados Unidos, pela morte de um preto desarmado, transmitem a fúria da comunidade negra, acumulada por uma série de homicídios recentes perpetrados pela polícia ianque.
Esse facto fez-me lembrar as imagens de um blogue americano, que vi há pouco tempo, e que se dedica à venda de postais e fotografias de índole diversa. Surpreendeu-me, no meio de uma parafernália muito variada, encontrar tantas fotos e postais, com linchamentos de negros, datando dos finais do século XIX e inícios do XX. A preços que oscilavam entre 300 e 400 dólares. A quem poderá interessar mercadoria tão abjecta?
(Para não incomodar almas sensíveis, que venham visitar o Arpose, decidi dar apenas 2 imagens, das que apareciam à venda.) Porque também não convém esquecer que a sociedade americana foi fundada na violência, no extermínio sistemático dos nativos e, muitas vezes, à lei da bala. E isto, creio, que não desaparece dos genes, assim tão depressa.