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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Revistas Regionais


Estas publicações de índole regional reservam-nos, muitas vezes, curiosidades e boas surpresas. Recentemente, adquiri o primeiro número dos Estudos de Castelo Branco, de que já possuía  o número 25, de 1 de Janeiro de 1968. Quer um, quer outro contêm colaborações de qualidade que se distribuem pela História, Epistolografia, Literatura, Tradições e Costumes,  etc..



A minha maior surpresa foi ter encontrado no primeiro número (de 8 de Junho de 1961), dois colaboradores que ultrapassaram, pela sua actividade, o âmbito regional. Trata-se de Maria Alberta Menéres (1930) e do seu ex-marido E. M. de Melo e Castro (1932). A primeira colaborou com 3 poemas (inéditos?), de que reproduzo um deles.
E. M. de Melo e Castro subscreve um pequeno ensaio sobre poesia, de que transcrevo o início.



Mas não se esgota, na colaboração destes dois conhecidos poetas, o interesse destes Estudos de Castelo Branco, recheados de artigos e textos de muito boa qualidade e com inegável interesse geral.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O grau


Quem não sabe da poda, não a ensina, antes procura aprendê-la de quem saiba ou se procura informar. Mais ainda se tiver duas oliveiras a seu cargo, sejam elas de quintal ou de varanda. E mais vale estar calado, até saber alguma coisa sobre o assunto.

Não lembraria ao diabo, e muito menos a mim estabelecer paralelos entre a obra de Braudel e as fantasias históricas de Hermano Saraiva. Ou comparar os versos de Robert Zimmerman e a poesia de René Char. Quanto à poesia experimental e visual, brasileira ou nacional, é outro assunto. Tenho opinião, não muito favorável, mas acompanhei os seus desenvolvimentos, na altura.


Mas também não censuro a sua prática ou excluo a sua aparição aqui pelo Blogue. Porque, no fundo, é tudo uma questão de qualidade ou grau. Sentir, sinta quem lê, como dizia Pessoa.


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Bibliofilia 110


Nos recessos e recantos de uma biblioteca, existem sempre algumas coisas semi-escondidas e de que perderamos o rasto, há muito: um pequeno livro afogado entre dois maiores, um folheto magríssimo, uma folha volante de quase transparente dimensão...
É o caso deste Formato-in-plano (termo técnico), suplemento especial do "Jornal do Fundão", editado em 24 de Janeiro de 1965, dedicado à Poesia Experimental portuguesa. E que contém colaboração de António Aragão, António Ramos Rosa, E. M. de Melo e Castro, Herberto Helder, José Blanc de Portugal, entre outros.
Não erro - creio - se disser que este Folheto é raríssimo. Nunca mais vi nenhum exemplar à venda. E veio ter às minhas mãos, gratuitamente, no próprio ano da sua impressão, por uma sorte do destino...
Em partilha, aqui fica o texto da colaboração de Herberto Helder, e o cabeçalho da publicação, em imagem parcial.