quarta-feira, 3 de junho de 2026
Citações DXXXV
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Citações DXXVII
Depois de uma noite em branco, o cigarro tem um sabor fúnebre.
E. M. Cioran (1911-1995), in Cahiers 1957-1972.
sábado, 9 de agosto de 2025
Citações DXVIII
quinta-feira, 19 de junho de 2025
Citações DXV
quarta-feira, 17 de julho de 2024
Antologia 20
De Le Crépuscule des Pensées (L'Herne, 1991), de E. M. Cioran, em versão portuguesa:
pg. 92 - Existem olhares femininos que têm algo da perfeição triste de um soneto.
pg. 101 - A palidez mostra até que ponto o corpo pode entender a alma.
pg. 124 - O gosto violeta da infelicidade.
pg. 143 - Há dores cuja desaparição do céu poderia consolar.
sexta-feira, 24 de novembro de 2023
Citações CDLXXX
segunda-feira, 8 de maio de 2023
Citações CDLXII
sexta-feira, 15 de julho de 2022
História e Leste, por palavras de E. M. Cioran
segunda-feira, 27 de dezembro de 2021
Citações CDLXXII
quarta-feira, 24 de novembro de 2021
Citações CDLXIX
quinta-feira, 2 de setembro de 2021
Citações CDLXII
sábado, 19 de junho de 2021
Citações CDLVIII
quinta-feira, 18 de março de 2021
Recomendado : oitenta e nove
Limitados no tempo, pelas suas mortes, os meus dois interlocutores e ensaístas mais respeitados, E. M. Cioran (1911-1995) e George Steiner (1929-2020), resta-me apenas recolher os despojos ou acolher para leitura os seus textos inéditos (para mim), que vão aparecendo nas editoras. O mais recente foi este Quatro Entrevistas com George Steiner (VS Editor, 2020) feitas pelo persa Ramin Jahanbegloo (1956).
Que recomendo vivamente.
sábado, 19 de outubro de 2019
Do diário de E. M. Cioran (1911-1995)
Com vinte anos, eu tinha um desejo insaciável de glória; - já não o tenho agora. E sem ele como proceder? Não me resta senão a consolação dum pensamento íntimo e ineficaz.
Cahiers / 1957-1972 (Gallimard, 1977).
segunda-feira, 29 de julho de 2019
Mudanças
Ainda que muitas vezes por oposição ou para me forçar ao contraditório pelo seu excessivo pessimismo ou provocatório niilismo. Não me deixa nunca indiferente e é sempre estimulante a sua leitura. Mais agora, ainda, que um fastio pela ficção se me instalou, de há uns anos a esta parte, e a história, a poesia e o ensaio são meus únicos territórios de gosto e prazer. Assim, resolvi passar até de uma segunda fila, escondida, os livros de Cioran para a primeira linha para os ter à vista e mais à mão.
Sacrifiquei a exemplar e amena ficção de Maurice Genevoix (1890-1980), de que ainda gosto, para a retaguarda da estante, e dei o lugar ao pensador romeno. Uma mudança que ele merecia, aliás.
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Divagações 148
Recomendado : oitenta
domingo, 5 de maio de 2019
Osmose 105
sábado, 8 de dezembro de 2018
Cioran, ainda
Cioran e a velhice
E. M. Cioran (1911-1995), in Cahiers - 1957/1972 (1997).
Nota pessoal: terminei ontem, cerca das 19h00, a parcimoniosa leitura poupada destes "Cadernos" de Cioran, obra que me levou quase 20 anos a terminar, procurando prolongar o mais possível este diálogo estimulante, que me foi útil e sempre agradável pela diversidade e riqueza das suas reflexões.
Em termos de comparação, poderei dizer que me deu muito mais prazer do que a leitura de "Guerra e Paz", de Tolstoi, que também foi lenta e morosa, mas por outras razões. Porque, bem vistas as coisas, um livro de ficção pode não excluir, também, a reflexão e o pensamento... Embora raramente isso aconteça. Principalmente, nos dias de hoje.