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domingo, 6 de fevereiro de 2022

Apontamento 143: A História de um Rótulo

 


A garrafa, reproduzida acima, terá sido comprada em 2014 ou 2015 em Colónia no supermercado de um grande armazém, tipo El Corte Inglês. O rótulo parece único e especialmente criado, por Andreas Ganther, com motivos e o dialecto colonienses, para a apresentação do vinho em Colónia.

A História de um Rótulo – [Ideia/Conceito: Andreas Ganther/Thorsten Kiss/Marcel  Rahmati]

Vinho: Fabelhaft [Fabuloso] – Douro – Tinto – 2013

Rótulo 1

Rótulo 2

Rótulo 3

Rótulo 4

Rótulo 5

 


 

 





 

 





 

1 – A Constituição de Colónia

1 – Tudo na mesma

1 – O que há de ser

1 – Sempre correu bem

1 – O que acabou, acabou

2 – Nada continua como dantes

2 – [Fabuloso]

2 - [Fabuloso]

2 – Não conhecemos, não precisamos, lixo

2 – Que fazer ?

3 – Fica bem, mas cuidado

3 – Que conversa parva

3 – Queres beber um copo ?

3 – Partes o coco a rir

3 – Ficha técnica do vinho

 

Nota – As Figuras da História são as conhecidas figuras Tünnes e Schäl o [António, o apalermado e o vesgo], falando no dialecto de Colónia, usando máximas muito populares

O vinho foi comprado, há anos em Colónia, num grande supermercado que tinha os vinhos de Dirk Niepoort em promoção, com a presença do próprio.

Post de HMJ

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Recomendado : cinquenta e um - do Douro


De pedra (xisto...) e cal, e na primeira linha das minhas preferências gustativas, estão de memória três produtores durienses de vinhos de grande qualidade: Alves de Sousa, Sophia Bergqvist e Dirk Niepoort. Sendo este último, sem sombra de dúvida, o mais ousado e inovador, até por ser o mais jovem.
Das minhas últimas férias, no Alto Douro, não poderia deixar de visitar a Quinta de la Rosa, que é dirigida pela senhora Bergqvist, de ascendência dinamarquesa. Lá adquiri alguns produtos vínicos, entre tintos e brancos, para trazer.
Ontem foi a vez de provar o douRosa, tinto de 2011, com uma perna assada de porco, batatas e cebolinhas, mais um feijão verde, refogado a primor. O vinho é magnífico e está no ponto. Apesar dos seus assustadores 14,5º, tem a macieza dos melhores vinhos do Dão (isto é um cumprimento!). Touriga Nacional e Franca, Tinta Roriz - que me parece predominante - compõem o lote.
Pena foi não ter à mão um queijo Serra, de Serpa ou Azeitão para celebrar o douRosa, condignamente. Teve que ser com um queijinho do Pico (Açores) que era modesto, embora honesto...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Douro Fabuloso

Da antiga Confluentia recebemos uma notícia do jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung, datada de 6.3.2011, que nos fala de um vinho com o rótulo "Douro Fabuloso". Motivo de alegria pelo facto de o jornal diário dedicar uma página inteira aos vinhos do Douro, sobretudo os produzidos pelo "inovador" Dirk Niepoort e dos seus "Douro Boys".
A comercialização dos vinhos de Niepoort, na centro da Europa, desenvolveu-se com base em campanhas de promoção adaptadas aos países respectivos. Os mesmos vinhos têm rótulos e nomes diferentes em Portugal, Noruega, Dinamarca, Inglaterra, Holanda e Alemanha.
Assim, a garrafa acima reproduzida corresponde ao vinho de Dirk Niepoort comercializado na Alemanha. O rótulo conta uma história muito popular na Alemanha, sendo o seu autor Wilhelm Busch, em que um menino traquinas - Hans Huckebein - leva uma "avezinha" a embebedar-se. São episódios que se enquadram nas conhecidas histórias de Max e Moritz.
Como o rótulo reproduz apenas as imagens 4 a 7 da história de Hans Huckebein, resolvi apresentar a malandrice completa do menino, levando a ave a degustar um vinho generoso.
No final não falta, como é óbvio, a tia a repreender o traquinas "Joãozinho".
Belo aproveitamento da cultura local para promover vinhos portugueses !

Post de HMJ