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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Liszt / Victor Hugo / Fischer-Dieskau / Barenboim


O poema (Comment, disaient-ils) é de autoria de Victor Hugo (1802-1885). A canção está incluída na colectânea referida no poste que se segue.

Um CD por mês (22)


Estou tentado a escrever que é uma edição de luxo da Deutsche Gramophon, este conjunto de três discos sobre a obra lírica de Franz Liszt (1811-1886), com  interpretações primorosas de Dietrich Fischer-Dieskau (1925-2012), acompanhado ao piano por Daniel Barenboim (1942). As Lieder foram gravadas entre Novembro de  1979 e Janeiro de 1981, em Berlim e  a obra foi posta à venda, pela casa editora, em meados de 1981.



Os 3 CD, guardados num pequeno estojo, vem acompanhados por um cuidado livrinho explicativo, de 78 páginas, incluindo os poemas, que foram musicados por Liszt e que abrangem um grupo de poetas que vão de Petrarca a Goethe, e de H. Heine, Schiller e Victor Hugo, entre outros. Julgo ter comprado esta preciosidade no Saturn, em Colónia. E digo preciosidade porque estas composições não são frequentes. 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Um CD por mês (10)



Talvez eu não tivesse sido o mesmo, em relação à Ópera, se não tivesse ouvido, na adolescência e na Póvoa, a voz inconfundível do tenor monegasco Alain Vanzo (1928-2002) a cantar a ária Je crois entendre encore da ópera Les Pêcheurs de Perles, de Georges Bizet (1838-1875), que me havia de encantar para sempre.
Apesar de, no canto lírico clássico, eu já me ter iniciado pelo barbeiro sevilhano de Rossini, mais estridente embora...


Em contraponto feminino mais antigo, Mirella Freni (1935) chegou logo a seguir, e Aafje Heynes (1924-2015). Fischer-Dieskau (1925-2012) veio também a  integrar as minhas preferências. Recentememente, Cecilia Bartoli (1966) ocupou um lugar destacado. E, como não podia deixar de ser, Maria Callas terá sempre um lugar cativo (1923-1977).


Da EMI Classics, estes registos são de 1954 (Norma), remasterizado em 1997, e da ópera de Gluck (1957), aperfeiçoado em gravação de 1998.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Beethoven / Fischer-Dieskau / G. Moore

Nem sempre a escolha de música, para o Blogue, me é fácil. Oriento-me, muitas vezes, pelo meu estado de espírito e pergunto-me, quase inconscientemente: o que é que me apetece ouvir?
Suave ou trepidante, ligeira ou clássica, épica ou melancólica, divertida ou séria... Mas a sua ligação e coerência com os postes contíguos, tem também a sua importância, para que não haja uma incoerência muito gritante de ritmo ou estilo. Bem como a época que se atravessa.
O vídeo de Fischer-Dieskau, cantando Beethoven, acompanhado, ao piano, por Gerald Moore, creio que cumpre (entre Natal e Ano Novo) este desiderato. Algo divertida, esta Lied fala de uma pulga impertinente. E não são frequentes, estas cedências em Beethoven. Os sorrisos abertos do grande barítono alemão e do pianista não enganam, porém...

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Bach / Fischer-Dieskau


Nota pessoal: esta cantata de Bach, vem em sequência, e por intenção pessoal, em seguida ao poste anterior. Intitula-se "Ich habe genug". Um alemão interpretará o título como: o que tenho, é suficiente. Um português, que saiba um pouco de alemão, traduzirá, sem grandes pruridos filosóficos, e exasperado, hoje, por: Basta!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Schubert/ Richter/ Fischer-Dieskau

Não tivesse falecido há poucos dias atrás, e Dietrich Fischer-Dieskau teria completado, hoje, 87 anos.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

In Memoriam: Dietrich Fischer-Dieskau

 Foi a voz do barítono Dietrich Fischer-Dieskau que, desde os anos 60 do século passado, ficou ligada, para mim, à ópera  Orfeo e Eurídice de Christoph Willibald Gluck.
Dietrich Fischer-Dieskau morreu antes de completar os 87 anos de idade.