Devemos ser gratos e benevolentes para com os loureiros e as oliveiras, até porque fortalecem a nossa muito louvada dieta mediterrânica.
Por outro lado, devemos ter uma cega confiança e complacência nesta nossa Justiça, à portuguesa. De forma a retribuirmos a sua cegueira.
( Altura para relembrar o final do poema "Não posso", de Fernando Assis Pacheco: Não posso/ com tanta ironia.)